Câmara tipifica crime de exposição de fotos íntimas na internet

(Fonte:http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/COMUNICACAO/523506-CAMARA-TIPIFICA-CRIME-DE-EXPOSICAO-DE-FOTOS-INTIMAS-NA-INTERNET.html)

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (21), o Projeto de Lei 5555/13, do deputado João Arruda (PMDB-PR), que modifica a Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06) para tipificar nova forma de violência doméstica e familiar contra a mulher. A matéria será enviada ao Senado.

Segundo o texto aprovado – um substitutivo apresentado pela deputada Laura Carneiro (PMDB-RJ), elaborado em conjunto com a relatora anterior da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, deputada Tia Eron (PRB-BA), – essa nova forma de violência é a divulgação pela internet, ou em outro meio de propagação, de informações, imagens, dados, vídeos, áudios, montagens ou fotocomposições da mulher sem o seu expresso consentimento.

Esse material precisa ser obtido no âmbito das relações domésticas, de coabitação ou hospitalidade.

Para o autor do projeto, a Câmara está ajudando a fazer justiça com as mulheres que são violentadas com a divulgação de imagens de sua intimidade. “Essa é uma agressão às vezes até maior que uma agressão física”, disse.

Atualmente, o Código Penal já tem uma tipificação (Lei Carolina Dieckmann) para o crime de invasão de dispositivo informático, com pena de reclusão de seis meses a 2 anos e aumento de um a dois terços quando houver a divulgação a terceiros do conteúdo obtido.

Exposição pública
O substitutivo aprovado cria o crime de exposição pública da intimidade sexual, conceituado como a ofensa à dignidade ou ao decoro de outrem, divulgando por meio de imagem, vídeo ou qualquer outro meio, material que contenha cena de nudez ou de ato sexual de caráter privado.

A pena será de reclusão de 3 meses a 1 ano, com aumento de um terço à metade se o crime for cometido por motivo torpe ou contra pessoa com deficiência.

Segundo Tia Eron, “quase 65% das mulheres se permitiram ser filmadas na sua intimidade e muitas tiveram essas imagens divulgadas”.

Já para a deputada Laura Carneiro, o projeto “é a redenção de mulheres e homens na internet e mostra como é fácil produzir uma legislação decente que ajuda as pessoas”.

Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (CLACSO) ofertará 100 vagas com 100% de desconto em cursos para mulheres de toda América Latina e Caribenha

O Clacso – Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales lançou a bolsa Marisa Letícia Lula da Silva, que ofertará 100 vagas com 100% de desconto em qualquer um dos quatro cursos de especialização que estão sendo oferecidos para mulheres de todas nacionalidades da América Latina e Caribenha. Os cursos são em Políticas Públicas e Justiça de Gênero; Políticas Públicas para a Igualdade na América Latina; Epistemologias do Sul; e Direitos Humanos e Estudos Críticos do Direito.
Mais informações em: http://www.clacso.org.ar/difusion/Becas_Marisa_Leticia_Lula_da_Silva/beca.htm

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VI Colóquio Internacional sobre Homens e Masculinidades

(Fonte: http://www.masculinidades.org)

Estão abertas as inscrições para o VI Colóquio Internacional sobre Homens e Masculinidades que acontecerá em Recife, entre 2 e 5 de abril de 2017.

O VI Colóquio Internacional terá como tema “Masculinidades frente às dinâmicas de poder/resistência contemporâneas: pressupostos éticos, ideológicos e políticos das diversas vozes, práticas e intervenções no trabalho com homens e masculinidades”.

Com este tema, pretendemos promover o intercâmbio de experiências, estudos e pesquisas sobre masculinidades, dialogando sobre princípios e sobre efeitos éticos, estéticos e políticos da produção de práticas e de conhecimentos neste campo.

O objetivo desse evento é promover a visibilidade e troca de conhecimentos e práticas no campo das políticas públicas, ativismo político e produção acadêmica voltadas aos homens e/ou sobre masculinidades. Pretende-se, com isso, ampliar as discussões sobre homens e masculinidades, a partir do enfoque de gênero e/ou feminista, possibilitando a construção de conhecimentos e a proposição/revisão de políticas públicas mais equitativas.

Para mais informações acesse: http://www.masculinidades.org
Organização: Gema/PPGPsi-UFPE; Instituto PAPAI; Instituto Promundo; IFF/Fiocruz-RJ; Rede MenRengage

UFSCar debate a visibilidade de travestis e transexuais na Rádio UFSCar

Fonte: http://www2.ufscar.br/noticia?codigo=9341

No dia 29 de janeiro, é celebrado no Brasil o Dia da Visibilidade Trans, criado em 2004 justamente para promover essa visibilidade e lembrar a luta de pessoas transgêneras (travestis e transexuais) pelo respeito à identidade de gênero e aos direitos fundamentais que são cotidianamente negados a essa população. Inspirada pela data, a Secretaria de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade (Saade) da UFSCar promoveu debate na Rádio UFSCar que contou com a participação de Gustavo Nazareth, homem trans que é estudante no curso de Ciências Sociais da Universidade; Ângela Lopes, transativista, integrante do Fórum Paulista de Travestis e Transexuais e Diretora de Políticas para a Diversidade Sexual da Prefeitura Municipal de São Carlos de 2013 a 2015; e Natália Cristina, estudante de Enfermagem na UFSCar e Presidente da Liga de Diversidade e suas Implicações na Saúde do curso. A entrevista foi realizada em uma parceria com a Coordenadoria de Comunicação Social (CCS) e contou também com a participação de Natália Rejane Salim, docente do Departamento de Enfermagem que está responsável pela área de Gênero e Diversidade na Saade, e de Djalma Ribeiro Junior, Secretário de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade.

Ângela Lopes iniciou a conversa contrapondo a visibilidade cotidiana das pessoas transgêneras à sua invisibilidade perante o poder público. “Existe a visibilidade diária, porque eu sou um corpo que afronta diariamente. Uma ida à padaria, ao supermercado, é a possibilidade de sofrer uma ofensa, um olhar de reprovação… Portanto, eu sou visível socialmente, existe essa visibilidade que é diária, e na mesma proporção eu sou invisível no que diz respeito às políticas públicas”, compartilhou Lopes com ouvintes da Rádio UFSCar. “Existe um conflito social e o poder público endossa esse conflito na medida da sua omissão. Há uma rejeição social que é endossada e perpetuada por essa omissão. Assim, falar de visibilidade e invisibilidade é falar desse paradoxo, do quanto eu sou visível e, na mesma proporção, invisível na questão das políticas públicas”, concluiu.

Gustavo Nazareth, ao refletir sobre visibilidade e invisibilidade na Universidade, lembrou da espera e de dificuldades para conseguir que seu nome social fosse usado em documentos de identificação estudantil, bem como da relevância da construção coletiva com a Saade. “[Nessa situação], você acaba falando ‘poxa, aqui não é o meu lugar’, e a vontade de sair é muito grande. É exatamente por isso que as meninas e os meninos trans saem das escolas e não estão dentro das universidades. Parece um pedacinho de papel bobo… Mas quando você está dentro da universidade e os seus direitos são garantidos, fica muito mais fácil de continuar, se formar, fazer um doutorado e conseguir mudar a realidade de tantas outras pessoas, de falar ‘isto é possível, eu estou aqui’, que a Instituição tem órgãos que vão te dar a mão e falar ‘olha, é esse o caminho que você tem de seguir'”, avaliou.

Também falando sobre o papel da Saade, o Secretário Djalma Ribeiro Junior destacou como ela surgiu como respostas às demandas presentes na Universidade e com o papel de garantir direitos, sempre na perspectiva participativa e dialógica. “A Universidade cada vez mais está se tornando um espaço em que a diversidade está presente, e é preciso olhar e cuidar para que a convivência com essa diversidade seja harmoniosa. No ano passado, avançamos muito ao conseguir construir a nossa Política de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade, com a participação de toda a comunidade universitária e um grande destaque para os coletivos que militam em todas as áreas que a Saade trabalha. A gente tem agora uma política, aprovada pelo Conselho Universitário em outubro do ano passado, com uma série de diretrizes. O desafio é colocar essas diretrizes na prática e, se a gente construiu junto, vamos ter de colocar em prática junto”, afirmou, destacando o papel dos processos de formação na convivência com a diversidade e, assim, para a garantia de direitos.

Este olhar para os processos de formação foi justamente o que motivou a criação da Liga de Diversidade e suas Implicações na Saúde, como relatou a sua Presidente. “Apesar de a gente ter essa visibilidade, principalmente no momento em que uma pessoa trans, por exemplo, chega na unidade de Saúde e é visível, ao mesmo tempo ela é invisível para aquele sistema de Saúde. [A partir dessa reflexão], a gente identificou uma falha no nosso currículo, já que em geral essas questões de diversidade e gênero não são abordadas. Nós estamos formando profissionais de Saúde com essa fragilidade, e foi a partir disso [dessa identificação] que a gente começou as atividades”, contou Natália Cristina. Ao desafio da formação destacado pela estudante, a professora Natália Salim acrescentou o desafio da produção de conhecimento. “Temos um desafio acadêmico importante, que é o desenvolvimento de estudos, a realização de pesquisas, produzir cientificamente para levar para fora evidências e, também, as vozes dessas pessoas, para construir políticas, novas diretrizes, e para a gente mudar a realidade cada vez mais, com isto que a gente está fazendo aqui hoje, com este compartilhar”, registrou.

A íntegra da entrevista, com uma duração total de 34 minutos, pode ser conferida no site da Rádio UFSCar. Mais informações sobre a Política de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar e as atividades da Saade como um todo podem ser conferidas no Blog da Secretaria.

Mesa-redonda e debate: Violência contra a Mulher e Violência Obstétrica

Fonte: http://www2.ufscar.br/evento?codigo=1745
Evento será mediado por Natalia Salim, docente do DEnf da UFSCar, e terá a presença de Daniela Mara Gouvêa Bellini, mestranda em Educação na UFSCar e Promotora Legal Popular; Janaina Basilio, advogada e Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da OAB São Carlos; e Nayara Girardi Baraldi, obstetriz, parteira urbana, coordenadora da Consultoria Arte no Nascer e doutoranda da Escola de Enfermagem da USP – Ribeirão Preto Inscrições no local
Local: Auditório do Departamento de Enfermagem
Horário: 12:30
Realização: Aciepe “Pós-parto e amamentação”; Grupo de Pesquisa e Estudo sobre Cuidado Interdisciplinar na Saúde da Mulher
Mais informações: Liga Interdisciplinar em Saúde da Mulher

Confira pesquisa inédita sobre violência sexual contra as mulheres no Brasil

Fonte: Agência Patrícia Galvão ( http://agenciapatriciagalvao.org.br/violencia/noticias-violencia/confira-pesquisa-inedita-sobre-violencia-sexual-contra-as-mulheres-no-brasil/ )

Pesquisa capta contradições: enquanto culpabilização das vítimas segue presente, questionamentos ao machismo ganham força na percepção da população: 96% concordam que é preciso ensinar os homens a respeitar as mulheres e não as mulheres a ter medo.

(Agência Patrícia Galvão, 12/12/2016) Acesse o estudo na íntegra neste link

76% das mulheres e 67% dos homens consideram que a impunidade é o principal motivo para que um homem cometa uma violência sexual contra uma mulher. É o que mostra a pesquisa inédita realizada pelo Instituto Patrícia Galvão e Instituto Locomotiva, com apoio da Secretaria de Políticas para as Mulheres e da Campanha Compromisso e Atitude pela Lei Maria da Penha.

Confira repercussão na mídia sobre a Pesquisa Instituto Patrícia Galvão/Locomotiva “Percepções e comportamentos sobre violência sexual no Brasil”

39% das mulheres entrevistadas afirmaram que já foram pessoalmente submetidas a algum tipo de violência sexual. Fazendo uma projeção é possível estimar que 30 milhões de brasileiras já foram vítimas de violência sexual.

A naturalização da violência contra as mulheres também aparece na pesquisa: espontaneamente, apenas 11% das entrevistadas afirmaram já ter sofrido alguma forma de violência sexual, número que sobe a 39% quando são apresentadas a uma lista de situações que se configuram como agressões sexuais. Em relação aos homens, espontaneamente apenas 2% admitem ter cometido violência sexual, mas diante da lista de situações, 18% reconhecem terem praticado a violência.

Diferentes situação de violência sexual
Os entrevistados consideram como violência sexual as seguintes situações:
96%
Praticar algum ato sexual com um homem sob ameaça
94%
Ser encoxada ou ter seu corpo tocado sem a sua autorização
93%
Praticar algum ato sexual sem consciência
96%
Ser forçada a praticar algum ato sexual com um superior
96%
Ser forçada a fazer sexo sem vontade
92%
Ser beijada a força
Fonte: Pesquisa Instituto Patrícia Galvão/Locomotiva “Percepções e comportamentos sobre violência sexual no Brasil”

Espontaneamente, 37% afirmam conhecer alguma mulher que já foi vítima de violência sexual; mas diante de uma lista de situações, 55% declaram já ter presenciado ou ficado sabendo de algum caso.
Para 94% das mulheres e 91% dos homens, é considerada violência sexual uma mulher ter fotos ou vídeos íntimos divulgados sem sua autorização.

No ambiente de segurança pública o que acontece com o homem que comete violência sexual e com a vítima que denuncia a violência?

Quando questionados sobre o que acham que acontece com um homem que comete violência sexual, 52% consideram que não acontece nada, enquanto 29% acreditam que o agressor é preso.

Segurança Pública

A pesquisa perguntou também o que costuma acontecer com uma mulher que denuncia que sofreu violência sexual:

73%
Acreditam que as mulheres são julgadas pelas pessoas
28%
Afirmam que a mulher que denuncia é considerada culpada
54%
Consideram que as mulheres não são levadas a sério
77%
Pensam que as vítimas não costumam denunciar o agressor
Fonte: Pesquisa Instituto Patrícia Galvão/Locomotiva “Percepções e comportamentos sobre violência sexual no Brasil”
O estudo revela que, para 59% dos entrevistados, as vítimas de violência sexual que denunciam não recebem o apoio de que precisam e que 54% acreditam que as vítimas não contam com o apoio do Estado para denunciar o agressor.

74% afirmam que nenhum delegado deveria perguntar para uma mulher vítima de estupro como ela estava vestida e 54% acreditam que procurar uma justificativa para o estupro no comportamento da vitima significa culpar a mulher. Nove de dez entrevistados (90%) consideram que quem presencia ou fica sabendo de um estupro e fica calado também é culpado.

No âmbito das políticas públicas, 96% dos entrevistados são favoráveis a que o governo disponibilize a pílula do dia seguinte para mulheres vítimas de violência sexual e 75% declaram que são a favor de que as mulheres tenham direito a aborto legal em caso de gravidez decorrente de um estupro.

Já no caso das relações consentidas, 78% das mulheres e 74% dos homens consideram violência sexual ter relação sem preservativo porque o parceiro não aceita.

Sobre causas e fatores da violência sexual

Ao abordar as percepções da população sobre as causas e fatores da violência sexual, a pesquisa revela que 69% das brasileiras associam a violência sexual ao machismo, enquanto que para 42% dos homens a violência sexual acontece porque a mulher provoca.

Quando perguntados sobre os motivos pelos quais um homem comete violência sexual contra uma mulher, brasileiros e brasileiras concordam com frases que ‘justificam’ a violência: para 67% o homem comete violência sexual porque ‘não consegue controlar seus impulsos; para 58%, porque bebe ou usa droga; e para 32% porque tem problema mental.

Sobre estupro

Na percepção da população sobre o estupro chama atenção que 49% avaliam que a maior parte dos estupros acontece dentro de casa e 64% concordam que o estuprador muitas vezes é um colega de escola ou de trabalho.

O estudo revela que 97% das mulheres e homens consideram que sexo sem consentimento sempre é estupro. O mesmo percentual (97%) concorda que ‘sóbria, chapada, vestida ou pelada, nenhuma mulher merece ser estuprada’.

A pesquisa mostra que 89% dos entrevistados afirmam que estar bêbado não é justificativa para um homem abusar de uma mulher.

Para 74%, a mídia reforça comportamentos desrespeitosos com as mulheres; e 96% concordam que é preciso ensinar os homens a respeitar as mulheres e não as mulheres a ter medo.

A pesquisa

A pesquisa “Violência Sexual – Percepções e comportamentos sobre violência sexual no Brasil” ouviu 1.000 pessoas de ambos os sexos, com 18 anos ou mais, em 70 municípios das cinco regiões, entre os dias 6 e 19 de julho de 2016.

O estudo na íntegra está disponível neste link.

Evento Comemorativo de 40 anos do Denf/UFSCar e Liga de Estudos sobre Diversidade e suas Implicações na Saúde (LEDIS) promovem discussão sobre diversidades e tratamento em saúde em São Carlos

Em parceria com o evento comemorativo do DEnf 40 anos, a LEDIS (Liga de Diversidade e suas Implicações na Saúde), tem o prazer de convidar a todxs para a atividades que estamos propondo para essa semana. Um convite ao desprendimento, quebra de estigma e descontrução do senso comum. Junte-se a nós, agregue, aprenda, construa e descontrua!

Dia 05/12 (SEGUNDA FEIRA):
– 18:30- Cine Debate com o filme: Boys don’t cry. Um filme baseado em fatos reais que conta a história de Brandon Teena, um homem trans de uma cidade do interior dos EUA.
Link desse evento: https://www.facebook.com/events/377690595907267/

Dia 06/12 (TERÇA FEIRA) :
– 18:30 – Oficina: Diafragma como método contraceptivo e de promoção da autonomia da Mulher- Convidada:
Francine Cavalieri, obstetriz, mestranda em saúde pública da USP.
– A oficina tem como objetivo discutir questões históricas da sexualidade e condição das mulheres. Será composta por uma parte prática sobre o diafragma.
Obs 1: A oficinas terá inscrição máxima para 30 pessoas, para participar basta mandar um email para ledisufscar@gmail.com e aguardar resposta.

Obs 2: Será cobrado um valor simbólico pela participação dessa oficina, que pode variar de 1 à 10 reais, de acordo com o que você gostaria ou pode contribuir ao final dela.

– 21hs: Coffee Break

Dia 07/12 (QUARTA-FEIRA):
– 9h às 11h: Oficina Gênero e Diversidade no contexto da Universidade – convidada: Viviane Mendonça (UFSCar/Sorocaba); Coordenadora: Profª Drª Natália Rejane Salim (Denf/UFSCar).

Dia 08/12( QUINTA FEIRA):
-18:30: Mesa Redonda: Vivências no Sistema de Saúde com representações LGBTs, Mediadora- Viviane Mendonça( UFSCar/ Sorocaba).

Participantes:
ÂNGELA LOPES, trasativista. Ex coordenadora de políticas públicas para a população LGBT de São Carlos. Membro do Fórum Paulista de Travestis e Transexuais e articuladora da Campanha ” Sou Trans e quero dignidade e respeito.
GUSTAVO NAZARETH, Integrante do Movimento Levante popular da Juventude, homem trans, curso de Ciências Sociais UFSCar.
PAULA TEIXEIRA, mais conhecida como Linda. Capixaba, estudante do segundo ano de Psicologia aqui na Federal. Preta, bissexual, behaviorista. Constrói os coletivos Café das Pretas, Frente Negra de São Carlos, Levante Popular da Juventude e Kilombo sakhu sheti – Coletivo Nacional de Estudantes Negros de Psicologia.
BRIAN ALVEZ, homem cis homossexual, estudante, defensor do movimento negro e das causas LGBT.
CAROLINE SABINO, mulher cis lésbica, 22 anos. Cursando bacharelado em ciências biológicas, atualmente trabalha pesquisando violência contra a mulher, e faz pesquisas na área de socialização da mulher lésbica cis. Também é criadora do aplicativo vulva, que ensina anatomia dos órgãos sexuais femininos, masturbação, chás para ciclo menstrual, além de vídeos informativos.

– 21hs: Coffee Break

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10 anos da Lei Maria da Penha e luta contra a violência às mulheres: precisamos falar sobre isto na Universidade

divulga evento CoDG SAADE Sorocaba

Por ocasião dos 10 anos da Lei Maria da Penha, e no contexto da luta internacional contra a violência à mulher, a Secretaria de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar – SAADE, através da Coordenaria de Diversidade e Gênero (CoDG) em parceria com coletivos, militantes, profissionais e entidades que atuam nesta problemática, será realizado este evento que visa dar visibilidade e força à luta das mulheres na sociedade e, de modo específico, promover e aprofundar este debate dentro do espaço da própria Universidade.

Data: 05 de dezembro
Local: UFSCar, Campus Sorocaba

Programação:
Período diurno: serão realizadas atividades promovidas em parceria com o Coletivo Feminista Carolina de Jesus e demais apoiadores.
– Roda de conversas e oficinas (maiores informações em breve)
19h – Mesa redonda 10 anos da Lei Maria da Penha e luta contra a violência às mulheres: precisamos falar sobre isto na Universidade
Local: Auditório do ATLab – UFSCar Campus Sorocaba (edifício roxo)
Emanuela Barros (advogada e militante feminista), Viviane Mendonça (SAADE/CoDG), Representante do Centro de Referência da Mulher – CEREM Sorocaba, Coletivo Feminista Carolina de Jesus, Coletivo Mandala, PLENU – Instituto Plena Cidadania, Mediação: Rosalina Burgos (UFSCar/CoDG)

Ativismo Cultural:
– Banda Medrar
– Mostra fotográfica (NátalinGuvea)
– Projeto Rock Camp
Dentre outros (maiores informações em breve)

Sobre a SAADE:
A SAADE (Secretaria de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar) é um órgão de apoio administrativo vinculado à Reitoria da Universidade Federal de São Carlos, responsável pelo estabelecimento e implementação de políticas de ações afirmativas, diversidade e equidade para a UFSCar, bem como pela criação de mecanismos permanentes de acompanhamento e consulta à comunidade, visando verificar a eficácia dos procedimentos e a qualidade e repercussão dos resultados alcançados.
A SAADE representa o conjunto de políticas que tem por objetivo combater práticas discriminatórias, equacionar suas consequencias, agindo com medidas especiais e temporárias, espontânea ou compulsoriamente, com o objetivo de eliminar desigualdades historicamente acumuladas, garantindo a igualdade de oportunidades e tratamento, bem como de compensar perdas provocadas pela discriminação e marginalização, decorrentes de motivos raciais, étnicos, religiosos, de gênero e por deficiências.
Ao longo deste ano, a SAADE realizou uma sequência de Seminários em todos os campi da UFSCar, os quais integraram a elaboração participativa da Política de Ações Afirmativas Diversidade e Equidade da UFSCar, aprovada por aclamação no ConsUni(Conselho Universitário) em 21 de outubro de 2016. Um dia histórico que contou com a presença massiva de estudantes, representantes discentes, coletivos negros e indígenas, no qual a UFSCar reafirmou seu compromisso de valorizar a diversidade e de promover a equidade, por meio de ações e atitudes que possibilitem a construção de uma sociedade cada vez mais justa e equitativa.

Sobre a Coordenaria de Diversidade e Gênero (CoDG) / SAADE:
A Coordenadoria de Diversidade e Gênero (CoDG) da SAADE tem os seguintes objetivos: acolher e promover políticas, reflexões e ações relativas às relações de gênero e diversidade sexual na sociedade, de modo geral, e na instituição, de modo específico, atuando no combate à violência de gênero, à homofobia, lesbofobia, bifobia e transfobia.

Mais informações: https://www.facebook.com/events/1801260576830473/

Mapa de apoio às vítimas de violência de gênero

A Secretaria Geral de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade (SAADE/UFSCar) elaborou uma mapa de apoio às vítimas de violências de gênero com o objetivo de tornar público informações sobre canais, espaços, grupos que oferecem apoio às vítimas de violência de gênero.

Este mapa será constantemente atualizado e revisado a fim de que ele possa ser aprimorado a partir da opinião de quem necessitar recorrer à um dos espaços destacados neste mapa.

Nesta 1a. fase, o mapa traz informações a respeito de espaços, grupos e serviços disponibilizados em São Carlos e Sorocaba.

ACESSE O MAPA DE APOIO ÀS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA DE GÊNERO

Outro material disponibilizado é o fluxograma de atendimento às vítimas de violência sexual elaborado pelo Programa de Atendimento a Vítimas de Abuso Sexual (PAVAS) da Prefeitura Municipal de São Carlos.

ACESSE O FLUXOGRAMA DO PROGRAMA DE ATENDIMENTO A VÍTIMAS DE ABUSO SEXUAL