CURSO DE EXTENSÃO: DIÁLOGOS NA UNIVERSIDADE SOBRE A FORMAÇÃO EDUCACIONAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

No período de 22 de setembro a 08 de dezembro de 2016, foi realizado na UFSCar,campus Sorocaba, o Curso “Diálogos na universidade sobre a formação educacional da pessoa com deficiência”, aprovado pela Pró-Reitoria de Extensão.

Coordenado pela Comissão de Assessora de Acessibilidade, campus Sorocaba, o curso teve como objetivos:

– Oferecer vivências entre as pessoas com deficiência e professores e alunos da universidade;
– Possibilitar a troca de experiências na área educação e formação humana;
– Refletir sobre as condições educacionais da pessoa com deficiência.

O público-alvo foi adultos com deficiência; professores e profissionais da educação básica e graduandos da UFSCar.

A equipe envolvida na execução desse projeto é composta por servidores docentes e técnicos-administrativos e por alunos de graduação e pós-graduação do campus Sorocaba, que também são assessores da Comissão Assessora de Acessibilidade, ligada à Coordenadoria de Inclusão e Direitos Humanos, da SAADE. A seguir, os assessores:

  • Ana Paula Gonçalves – Departamento de Ensino de Graduação de Sorocaba – Seção de Apoio Acadêmico (SeAA-So)
  • André Pereira da Silva – Biblioteca Campus Sorocaba (B-So)
  • Claudia Regina Vieira – Departamento de Ciências Humanas e Educação (DCHE)
  • Cleyton Fernandes Ferrarini – Departamento de Engenharia de Produção de Sorocaba (DEP-So)
  • Izabella Mendes Sant’Ana Santos – Departamento de Ciências Humanas e Educação (DCHE)
  • João Henrique Silva – Doutorando Programa de Pós-Graduação em Educação Especial
  • Katia Regina Moreno Caiado – Departamento de Ciências Humanas e Educação (DCHE)
  • Maria Aparecida de Lourdes Mariano – Biblioteca Campus Sorocaba (B-So)
  • Mércia Mathias Santana – Graduanda do Curso de Pedagogia
  • Miguel Angel Aires Borrás – Departamento de Engenharia de Produção de Sorocaba (DEP-So)
  • Milena Polsinelli Rubi – Biblioteca Campus Sorocaba (B-So)
  • Rosani Loures Vicentino –Departamento de Assuntos Comunitários e Estudantis de Sorocaba – Seção de Assistência Social, Saúde e Esportes (SeASSE-So)
  • Suelen Cristiane Rodrigues – Prefeitura Universitária de Sorocaba – Divisão de Desenvolvimento Físico e Obras (DiDFO-So)
  • Teresa Cristina Leança Soares Alves – Departamento de Ciências Humanas e Educação (DCHE)
  • Vinícius Rodrigues Costa – Graduando do Curso de Ciências Biológicas (Licenciatura)

O curso foi divido em onze módulos, em que cada assessor se responsabilizou pelo conteúdo daquele dia.

Os conteúdos abordaram temas como: cinema e deficiência; movimentos sociais; trajetórias de vida; acessibilidade no campus, os coletivos e o cursinho do campus e visita aos laboratórios de Engenharia de Produção, Pedagogia e Geografia e à Biblioteca.

No total, foram inscritas 25 pessoas, sendo:

– 11 adultos com deficiência;

– 9 professores e profissionais da educação básica;

– 5 graduandos do curso de Engenharia de Produção e Pedagogia da UFSCar.

Ao final dos encontros, no dia 08/12, foram realizadas as seguintes atividades:

– jantar no Restaurante Universitária (local que também foi alvo de avaliação pelos participantes do curso);

– plantio de árvore Manacá da Serra simbolizando o término dessa atividade;

– apresentação da Orquestra Experimental do Campus Sorocaba;

– avaliação do curso pelos participantes que foi devidamente registrada.

Nessa avaliação, os pontos positivos foram:

– a possibilidade de participação da comunidade na universidade;

– a convivência e a aprendizagem com a diversidade;

– o esforço da comunidade universitária no atendimento às diferentes necessidades, de acordo com a deficiência;

– a visita aos laboratórios de Geografia e de Engenharia de Produção e à Biblioteca;

– a rota/os caminhos da universidade pela percepção do deficiente;

– novas edições e novos cursos.

Os pontos negativos:

– duração do curso (sugeriram o aumento da carga horária/ dias de encontro);

– o despreparo da universidade na recepção e permanência de pessoas com deficiência.

Cabe ressaltar que o plantio da árvore representa a valorização da vida e o reconhecimento dos direitos da pessoa com deficiência, dentre eles, o direito à educação. Simboliza a inauguração de uma nova etapa de crescimento tanto dos cursistas como das pessoas envolvidas no projeto.

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Politica de Ações Afirmativas Diversidade e Equidade da UFSCar é aprovada no ConsUni

O dia 21 de Outubro de 2016 se torna mais um dia histórico para a Universidade Federal de São Carlos. Com a presença massiva de estudantes, representantes discentes, coletivos negros e indígenas, a  Política foi aprovada por aclamação do Conselho Universitário. Com esta decisão, a Universidade reafirma seu compromisso de valorizar a diversidade e de promover a equidade, por meio de ações e atitudes que possibilitem a construção de uma sociedade cada vez mais justa e equitativa.

A Política define princípios e diretrizes voltados ao ensino, pesquisa, extensão e administração, envolvendo todas as pessoas com vínculo com a universidade: estudantes de graduação, pós-graduação, extensão; técnico-administrativos; pessoal terceirizado; docentes e demais pessoas que acessam os diversos serviços disponibilizados pela UFSCar. Aponta também ações na relação com setores à ela externos e sociedade em geral.

Esta Política traça panoramas históricos, conceituais e políticos, bem como apresenta diretrizes no âmbito das Relações Étnico-raciais; da Inclusão e Acessibilidade; e Gênero e Diversidade Sexual.

Trata-se de uma política construída por diversas mãos, resultado de um processo dialógico e participativo ocorrido no ano de 2016 que envolveu a comunidade universitária dos 4 campi da UFSCar. Materializando mais uma etapa para o posicionamento responsável da Universidade para a Inclusão e em seu papel fundamental na transformação da sociedade brasileira. Agora a comunidade tem o desafio de construir as ações que efetivarão essa Política na universidade.

Acesse aqui o documento na íntegra: Politica_acoes_afirmativas_diversidade_equidade_da_ufscar

Política de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar
Capa da Política de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar

UFSCar recebe 7ª Edição do Congresso Brasileiro de Educação Especial

Entre os dias 1° e 4 de novembro, acontece na UFSCar a 7ª edição do Congresso Brasileiro de Educação Especial (CBEE). O evento, marcado pela temática da Educação Especial, pretende estimular a produção científica, divulgar o conhecimento produzido na área, promover o intercâmbio entre pesquisadores, profissionais, pessoas com deficiência ou transtorno global do desenvolvimento ou altas habilidades/superdotação e seus familiares. Além disso, o Congresso, que é realizado pela Associação Brasileira de Educação Especial(ABPEE) em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Educação Especial (PPGEEs) da UFSCar, atende à demanda por novas práticas que surgem da política educacional de inclusão escolar adotada no País e acontece junto ao X Encontro Nacional de Pesquisadores da Educação Especial (ENPEE). Ao longo dos dias, o encontro internacional promove mesas, simpósios, minicursos, atividades culturais, rodas de conversas e lançamentos de livros. As inscrições podem ser feitas pelo site do evento.

Mais informações, como programação completa, horários, locais e prazos também podem ser encontradas em http://2016.cbee-ufscar.com.br. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail VIICBEE.secretaria@gmail.com.

Servidor público responsável por pessoa com deficiência poderá ter garantido em lei o direito a jornada de trabalho reduzida

Está para ser sancionado pelo presidente da República o Projeto de  Lei que garante que o servidor público federal que tenha cônjuge, filho ou dependente com deficiência poderá ter garantido em lei o direito a jornada de trabalho reduzida. A legislação vigente assegura horário especial, sem a necessidade de compensação, apenas para o servidor com deficiência, que com o projeto passa a se estender aos servidor público federal que é responsável pela pessoa com deficiência.

Assim, com a mudança da lei será permitido ao servidor ter um horário especial, em função das demandas da pessoa com deficiência sob sua responsabilidade, sem a necessidade de compensação em horário livre do servidor. Fernando Cotta, presidente do Movimento Orgulho Autista Brasil, destaca a importância do projeto, pois com a escassez de locais de atendimento especializados para crianças com deficiência, os pais acabam tendo grandes obstáculos para garantir um bom acompanhamento dos filhos e a o avanço no desenvolvimento da criança.

O projeto, de autoria do senador Romário (PSB-RJ), ainda recebeu emenda aprovada do senador Paulo Paim (PT-RS), que estendeu o direito aos servidores federais responsáveis por pessoas com qualquer tipo de deficiência e adequou o texto aos termos da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

Política de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar estará na pauta da Reunião do ConsUni

O processo de construção da  Política de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar se deu durante o ano de 2016 por meio de uma metodologia dialógica e participativa.

Este processo, que pode ser acompanhado na apresentação abaixo, originou a versão preliminar da Política de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar que será apreciada na 223a. Reunião Ordinária do ConsUni que acontecerá no dia 21 de outubro de 2016, às 9h, no Auditório da Reitoria, campus São Carlos, com vidoconferência para os demais campi.

Esta versão preliminar da Política pode ser encontrada no site da Secretaria dos Órgãos Colegiados da UFSCar no seguinte link: Versão preliminar da Política de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar que será apreciada no ConsUni

 

PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DA POLÍTICA DE AÇÕES AFIRMATIVAS, DIVERSIDADE E EQUIDADE DA UFSCar

 

Cultura brasileira, inclusão e literatura de cordel no Micsul

Fonte: Assessoria de Comunicação do Ministério da Cultura ( http://www.cultura.gov.br/banner-3/-/asset_publisher/axCZZwQo8xW6/content/cultura-brasileira-inclusao-e-literatura-de-cordel-no-micsul/10883?redirect=http%3A%2F%2Fwww.cultura.gov.br%2Fbanner-3%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_axCZZwQo8xW6%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-3%26p_p_col_count%3D4)

Literatura de cordel, livros inclusivos, títulos infantis e obras que abordam o universo da cultura brasileira. Esses são alguns dos produtos que empreendedores do mercado editorial brasileiro apresentarão durante a 2º edição do Mercado de Indústrias Culturais do Sul (Micsul), que será realizado em Bogotá, na Colômbia, de 17 a 20 de outubro. O evento, criado por ministérios da Cultura de 10 países sul-americanos, entre eles o Brasil, promove intercâmbio de conhecimento, produtos e serviços culturais.

Dos 60 empreendedores selecionados pelo Ministério da Cultura (MinC) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil), via edital, para participar do Micsul, 10 são da área editorial. Para eles, participar do evento na Colômbia representa oportunidade de mostrar o trabalho realizado, divulgar a cultura brasileira e promover negócios com os demais países da região.

Wanda Maria Mendonça Gomes, designer e sócia-diretora da editora WG, levará, por exemplo, os títulos infantis inclusivos Adélia cozinheira, Adélia sonhadora e Adélia esquecida. A coleção destina-se ao público de 3 a 10 anos, com deficiência visual ou não.

“É uma coleção que fala sobre a independência e a autonomia da criança”, conta Wanda. “Usamos tecnologia de impressão braile diferente da impressão convencional. O braile pode ser impresso nos dois lados do papel, sem prejuízo para a qualidade”, explica.

Na coleção Adélia, todas as ilustrações são trabalhadas em relevos, texturas e tecnologias de efeito tátil diferenciadas e de alto resultado lúdico para todas as crianças, independentemente de questões ou necessidades específicas relacionadas à percepção visual. Algumas ilustrações recebem também aplicação de aromas.

Literatura de cordel

Outro segmento que estará presente no Micsul é a literatura de cordel. Telma Queiroz de Freitas, produtora cultural e coordenadora do Cordel na Pauliceia e Repentistas Amigos de SP, conta que levará à Bogotá cerca de 50 títulos. “Temos aqui um coletivo de 15 cordelistas que residem em São Paulo e produzem muita coisa. É uma literatura que não é muito conhecida fora. São artistas contemporâneos que fogem um pouco do cordel tradicional e folclórico. Há ilustrações diferenciadas e em formatos diferentes. Não são só folhetos, mas livros também”, explica.

A designer e editora Valeria Pergetino Procópio, da Solisluna Design Editora, selecionou, além de títulos universais, outros ligados à cultura brasileira e afro-brasileira. “Temos uma coleção de livros de arte, de capa dura, que trata do desenhista, pintor e escultor Caribé, do compositor Dorival Caymmi e do escritor Jorge Amado”, conta. “Também vamos levar um livro sobre capoeira, além de uma coleção sobre orixás, que trata das lendas africanas”, completa.

Micsul

Criado com o intuito de promover intercâmbio de conhecimento, produtos e serviços culturais e criativos, o Micsul é uma iniciativa dos ministérios da Cultura de Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Paraguai, Uruguai e Venezuela. Durante o evento, são realizados negócios entre empreendedores, empresas ligadas à área cultural, produtores e artistas.

Atualmente, o Micsul é o principal encontro regional voltado a mercados culturais e criativos da região, destinado a micro e pequenos empreendedores. O mercado incentiva o consumo e a circulação de bens culturais na América do Sul, além de impulsionar venda e comercialização de bens e serviços. A expectativa é que, este ano, o evento reúna mais de 3000 pessoas de 10 países da América do Sul, além de compradores da América do Norte, Europa, Ásia e África.

O Micsul conta com espaços para rodadas de negócios, cafés setoriais, desfiles de moda, showcases de música e artes cênicas e estandes institucionais, além de construção de redes de contatos por meio de fóruns de discussão

Fórum de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade ocorre entre 12 e 15 de setembro nos 4 campi da UFSCar

Entre os dias 12 e 15 de setembro, a SAADE promoverá o Fórum de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade nos 4 campi da UFSCar.

O Fórum faz parte do processo de construção da Política de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar que vem ocorrendo durante todo o ano de 2016.

Todo o processo, em detalhe, pode ser acompanhado neste link: http://blog.saade.ufscar.br/?p=259

O objetivo do Fórum é promover um debate com a comunidade universitária com o intuito de buscarmos contribuições e problematizações que auxiliem nas reflexões e nas buscas de estratégias coletivas para a implantação de Políticas Públicas voltadas para:

a) educação das relações de gênero e diversidade sexual, combate àviolência de gênero, homofobia, transfobia, lesbofobia, bifobia dentro da Universidade e em diálogo com os contextos nacionais e internacionais.

b) garantir a inclusão e acessibilidade dentro da Universidade e em diálogo com os contextos nacionais e internacionais.

c) a educação das relações étnico-raciais, como forma de combate ao racismo e a discriminação e de valorização dos saberes culturais indígenas, africanos e afro-brasileiros dentro da Universidade e em diálogo com os contextos nacionais e internacionais.

O Fórum é aberto para a participação de todas as pessoas interessadas.

Para contribuir com os debates, participarão do Fórum a Profa. Dra. Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva, o Prof. Dr. Toni Reis e o Prof. Dr. Leonardo Santos Amâncio Cabral.

Profa. Dra. Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva: Professora Emérita da Universidade Federal de São Carlos, foi admitida na Ordem Nacional do Mérito, no Grau de Cavaleiro, em reconhecimento de sua contribuição à educação no Brasil, foi relatora do Parecer CNE/CP 3/2004 que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afrobrasileira e Africana e participou da relatoria do Parecer CNE/CP 3/2004 relativo às Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia. Foi professora visitante junto a University of South Africa (1996), a Universidad Autonoma del Estado de Morelo, in Cuernavaca, México (2003), na Stanford University , USA, (2008 e 2015). De 2007 a 2011 foi coordenadora do Grupo Gestor do Programa de Ações Afirmativas da UFSCar. Em 2011, recebeu homenagem da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), o prêmio Educação para a Igualdade, por ser a primeira mulher negra a ter assento no Conselho Nacional de Educação, por relevantes serviços prestados ao País e pela valiosa contribuição para a educação brasileira no combate ao racismo. Atua principalmente nas áreas de relações étnico-raciais; práticas sociais e processos educativos; políticas curriculares e direitos humanos.
Prof. Dr. Toni Reis: Pós-doutor em Educação - Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, membro titular do Fórum Nacional, Estadual (Paraná) e Municipal (Curitiba) de Educação. Secretário de Educação da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais  - ABGLT, Diretor de Relações Internacionais da União Nacional LGBT UNA-LGBT, sendo Diretor Executivo do “Grupo Dignidade” / CEPAC/ IBDSEX / EPAD. Contribuiu para a criação e foi dirigente da Associação para Saúde Integral e Cidadania na América Latina e Caribe (ASICAL). Atua principalmente nas áreas de educação, direitos humanos, ética, diversidade sexual, prevenção do HIV e aids, promoção do voluntariado e desenvolvimento de organizações do terceiro setor.
Prof. Dr. Leonardo Santos Amâncio Cabral: Professor Adjunto I (Educação Especial) vinculado à Universidade Federal da Grande Dourados-UFGD. Possui Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado em Educação Especial pela Universidade Federal de São Carlos-UFSCar. Doutorado Pleno em 'Culture, disabilità, inclusione: educazione e formazione', pela Università degli Studi di Roma 'Foro Italico' (título adjunto de 'Doctor Europeaus' emitido pela Comissão Européia). Licenciatura Plena em Educação Física pela Universidade Federal de Uberlândia. Estágios no Exterior (França, Inglaterra, Dinamarca e Irlanda). Atualmente é Chefe do Núcleo Multidisciplinar para a Inclusão e Acessibilidade - NuMIAc/UFGD e Membro do Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência - CMDPD/Dourados-MS. Atua, principalmente, nos seguintes âmbitos: Inclusão no Ensino Superior; Educação Especial e Inclusiva, Diversidade e Cultura; Formação de Professores; Fundamentos, políticas e práticas educacionais sob a perspectiva inclusiva; Ensino e Consultoria Colaborativa

PROGRAMAÇÃO:

12 / 09 / 2016 | 15h30 | CAMPUS LAGOA DO SINO

Profa. Dra. Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva

Representantes da SAADE

13 / 09 / 2016 | 19h | CAMPUS SÃO CARLOS | TEATRO DE BOLSO

Profa. Dra. Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva

Prof. Dr. Leonardo Santos Amâncio Cabral

Representantes da SAADE e da Coordenadoria de Diversidade e Gênero

14 / 09 / 2016 | 19h | CAMPUS SOROCABA | AUDITÓRIO DO PRÉDIO ATLAB

Prof. Dr. Toni Reis

Representantes da SAADE e das Coordenadorias de Relações Étnico-Raciais e de Inclusão e Direitos Humanos.

15 / 09 / 2016 | 17h | CAMPUS ARARAS | AUDITÓRIO

Prof. Dr. Toni Reis

Representantes da SAADE e das Coordenadorias de Relações Étnico-Raciais e de Inclusão e Direitos Humanos.

Consulta Pública para a construção da Política de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar

A Secretaria Geral de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade (SAADE) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) iniciou suas atividades em fevereiro de 2016 com o desafio de construir uma Política Institucional de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade junto à UFSCar.

Para a construção desta Política, dois princípios foram importantes de partida: o primeiro foi o reconhecimento das ações que a UFSCar, historicamente, vem realizando no âmbito das Ações Afirmativas e, o segundo, relacionado à posição metodológica, primando que todo o processo de construção desta política seja pautado por procedimentos que busquem o diálogo e a participação da maior diversidade de pessoas possível. Foram várias etapas participativas. Para saber mais desta 29construção clique aqui.

Esta consulta pública faz parte deste processo. Ela ficará disponível até dia 7 de setembro de 2016.

Agradecemos a participação. Qualquer dúvida, contate a SAADE pelo e-mail saade@ufscar.br ou pelo tel. (16) 3351-9771

 

Como participar da Consulta:

Durante as etapas anteriores do processo de construção da Política de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar, foram destacadas algumas diretrizes que foram organizadas em 4 blocos. Você pode colaborar em quantos quiser, apontando na diretriz pela sua manutenção, modificação ou exclusão. Ao final de cada bloco há opção de sugerir novas diretrizes.

Para acessar cada bloco de diretrizes, clique no respectivo link abaixo:

  1. DIRETRIZES GERAIS – PROMOÇÃO DE AÇÕES AFIRMATIVAS, DIVERSIDADE E EQUIDADE PARA A UFSCar

2. DIRETRIZES ESPECÍFICAS – PROMOÇÃO DE AÇÕES E REFLEXÕES SOBRE AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS (GERAIS E INSTITUCIONAIS), COMO FORMA DE COMBATE AO PRECONCEITO E A DISCRIMINAÇÃO

3. DIRETRIZES ESPECÍFICAS – PROMOÇÃO DE AÇÕES E REFLEXÕES QUE VISEM GARANTIR A INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE (ATITUDINAL, ARQUITETÔNICA, METODOLÓGICA, PROGRAMÁTICA, INSTRUMENTAL, DE MOBILIDADE, COMUNICACIONAL E DIGITAL) DE SERVIDORES, ESTUDANTES E DA COMUNIDADE EM GERAL

4. DIRETRIZES ESPECÍFICAS – PROMOÇÃO DE AÇÕES E REFLEXÕES RELATIVAS ÀS RELAÇÕES DE GÊNERO E DIVERSIDADE SEXUAL NA SOCIEDADE, DE MODO GERAL, E NA INSTITUIÇÃO, DE MODO ESPECÍFICO, ATUANDO NO COMBATE À VIOLÊNCIA DE GÊNERO, HOMOFOBIA, TRANSFOBIA, LESBOFOBIA

 

PPGEd-So torna-se o primeiro programa da Pós a garantir a reserva de vagas para negros e indígenas na UFSCar

O Programa de Mestrado em Educação da Universidade Federal de São Carlos – campus Sorocaba, dá um importante passo no combate ao Racismo Institucional e as desigualdades étnicas, além de proporcionar uma importante vitória aos movimentos sociais que lutam por reparações históricas.
Ao se adequar  à Portaria Normativa Nº 13, de 11 de Maio de 2016, que dispõe sobre a indução de Ações Afirmativas na Pós-Graduação, o PPGEd-So se torna o primeiro programa da UFSCar a admitir a reserva de vagas para negros (pretos ou pardos) e indígenas na Pós-Graduação, tendo fundamentado legalmente essa decisão em conjunto com outros dois documentos, além da Portaria já citada, conforme indicado no edital:
“O Estatuto da Igualdade Racial, instituído pela Lei nº 12.288, de 20/07/2010, que no “Art. 1º” manda “[…] garantir à população negra a efetivação da igualdade de oportunidades, a defesa dos direitos étnicos individuais, coletivos e difusos e o cambte à discriminação e às demais formas de intolerância étnica”, o que deve ocorrer, entre outros, por meio da “[…] implementação de programas de ação afirmativa destinados ao enfrentamento das desigualdades étnicas no tocante à educação […] e outros” (Art. 4º, Inciso VII).
E a “Lei de Cotas” (Lei  nº 12.711, de 29/08/2013), que no “Art. 3º” estabelece que “Em cada instituição federal de ensino superior, as vagas […] serão preenchidas, por curso e turno, por autodeclarados pretos, pardos e indígenas, em proporção no mínimo igual à de pretos, pardos e indígenas na população da unidade da Federação onde está instalada a instituição, segundo o últim censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)”.”

A partir dessas normativas e dos resultados do Censo IBGE 2010 para o Estado de São Paulo, obteve-se a a proporção de 34,6% de negros (pretos ou pardos) e de 0,1% de indígenas, ou seja, 34,7% das vagas serão reservadas. Significando o número de 11 vagas reservadas e distribuídas entre as linhas de pesquisa.
Sendo que, só poderão ter acesso às vagas reservadas pelas cotas do PPGEd-So os(as) negros autodeclarados(as) e indígenas que foram aprovados nas etapas do processo seletivo, cuja nota de corte é de 7,0 (sete pontos) para cada etapa.

Acesse o edital na íntegra aqui: Alunos regulares – seleção para 1º sem. 2017 PDF

Cine Debate – Apresentação do filme Yes, we fuck, seguido de debate sobre sexualidade, política, gênero e deficiência.

O Departamento de Sociologia e o Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFSCar convidam para a exibição do filme “Yes, We Fuck!” (Dir. Antonio Centeno, Raúl de la Morena, Espanha, 2015, 60′).

Após a exibição do filme acontecerá a palestra “Mi cuerpo es un campo de batalla”: la politización del género y la sexualidad en el activismo de la carta_yes_we_fuckdiversidad funcional (deficiencia), ministrada por Andrea García-Santesmases (Universidad de Barcelona e Núcleo de Estudos de Gênero Pagu/ Unicamp), com comentários de Carolina Branco Castro Ferreira (Núcleo de Estudos de Gênero Pagu/ Unicamp) e de Marco Antônio Gavério (mestrando pelo Programa de Pós-graduação em Sociologia da UFSCar)

O evento acontece no dia 05 de setembro de 2016, às 18h30min., no Auditório do Departamento de Sociologia.

Link para página do evento:
https://www.facebook.com/events/310455265971665/