SAADE e SEaD iniciam parceria voltada à produção de materiais didáticos acessíveis a estudantes com deficiência visual

As secretarias gerais de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade (Saade) e de Educação a Distância (SEaD) da UFSCar, juntamente com o Incluir – Núcleo de Acessibilidade da UFSCar, estão iniciando esforços conjuntos voltados à adaptação de materiais didáticos dos cursos de graduação presenciais para que sejam acessíveis a estudantes com deficiência visual. Neste primeiro momento, o objetivo é criar a possibilidade de adaptação de materiais utilizados em disciplinas que serão cursadas no segundo semestre deste ano. Para tanto, uma primeira ação será o contato telefônico com as coordenações dos cursos de graduação, de 30 de março a 6 de abril, com o objetivo de levantar informações sobre a presença de estudantes com deficiência visual nos cursos. Toda e qualquer ação seguinte, no sentido de concretizar o trabalho de tornar acessível o material didático, será precedida de diálogo com as pessoas com deficiência, para que o processo seja dialógico, participativo e vá ao encontro das expectativas dessas pessoas. Uma vez estabelecido esse diálogo, a equipe do projeto entrará em contato também com os docentes que ministram as disciplinas envolvidas, para que seja construído, em conjunto, o plano de trabalho que orientará todo o processo. Além desse caminho, abaixo está disponível o formulário no qual a pessoa com deficiência e outras pessoas com necessidades educacionais especiais poderão se identificar e agendar um horário para conversar com a equipe do projeto, se necessário. A Secretaria também estabeleceu parceria com o Diretório Central dos Estudantes (DCE), visando constituir mais um canal para acolhimento das demandas de estudantes com deficiências e, assim, ampliar a rede de acolhimento. O detalhamento da ação de adaptação de materiais didáticos pode ser conferido neste texto produzido pela própria Saade.

Formulário para apoio a pessoas com necessidades educacionais especiais

Lei garante vagas para pessoas com deficiência na educação técnica e superior

Fonte: Agência Brasil ( http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2016-12/lei-garante-vagas-para-pessoas-com-deficiencia-na-educacao-tecnica-e )

O presidente Michel Temer sancionou a Lei 13.409, que inclui pessoas com deficiência entre os beneficiários de reserva de vagas nas universidades federais e nas escolas federais de ensino médio técnico. A cota para estudantes vindos de escolas públicas já previa a destinação de vagas para pessoas de baixa renda, negros, pardos e indígenas.

O texto sancionado está publicado na edição de hoje (19) do Diário Oficial da União e altera a Lei 12.711, de 2012, que é a Lei de Cotas de Ingresso nas Universidades.

A Lei de Cotas estabelece como primeiro critério que no mínimo 50% das vagas para ingresso em curso de graduação, por curso e turno, sejam reservadas para estudantes que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas. No caso do ensino técnico de nível médio, a reserva é para alunos que cursaram integralmente o ensino fundamental na rede pública.

Como segundo critério, as cotas se destinam a pessoas de baixa renda, negros, pardos e indígenas. Pelo texto sancionado por Temer, os estudantes com deficiência agora entram nessa subcota. A distribuição é feita de acordo com as vagas ofertadas e a proporção desses grupos na população da unidade da Federação onde fica a instituição.

Anteriormente, a regulamentação já permitia que as universidades federais instituíssem reservas de vagas para pessoas com deficiência, mas isso era opcional.

Conforme estabelecido na Lei de Cotas, no prazo de dez anos, será feita a revisão do programa especial para o acesso às instituições de educação superior de estudantes pretos, pardos e indígenas e de pessoas com deficiência, bem como daqueles que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas.

Lei 13.370/2016, que estende o direito a horário especial ao servidor público federal que tenha cônjuge, filho ou dependente com deficiência de qualquer natureza e que revoga a exigência de compensação de horário nesse tipo de caso.

Foi publicada no dia 13/12/16, no Diário Oficial da União, a Lei 13.370/2016, que estende o direito a horário especial ao servidor público federal que tenha cônjuge, filho ou dependente com deficiência de qualquer natureza e que revoga a exigência de compensação de horário nesse tipo de caso.

A lei foi sancionada pelo presidente Michel Temer ontem (12). Até então, apenas funcionários com deficiência tinham direito ao horário especial sem necessidade de compensação, de acordo com o Regime Jurídico dos Servidores Públicos da União.

Com a mudança, os funcionários públicos que têm cônjuges, filhos ou dependentes com algum tipo de deficiência terão direito a trabalhar em horário especial para o acompanhamento dos familiares em atividades relacionadas à saúde da pessoa com deficiência.

De autoria do senador Romário (PSB-RJ), o projeto de lei aprovado no Senado e na Câmara foi enviado a Temer para sanção no último dia 1º.

Fonte: http://www.progpe.ufscar.br/blog/?p=2723

CURSO DE EXTENSÃO: DIÁLOGOS NA UNIVERSIDADE SOBRE A FORMAÇÃO EDUCACIONAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

No período de 22 de setembro a 08 de dezembro de 2016, foi realizado na UFSCar,campus Sorocaba, o Curso “Diálogos na universidade sobre a formação educacional da pessoa com deficiência”, aprovado pela Pró-Reitoria de Extensão.

Coordenado pela Comissão de Assessora de Acessibilidade, campus Sorocaba, o curso teve como objetivos:

– Oferecer vivências entre as pessoas com deficiência e professores e alunos da universidade;
– Possibilitar a troca de experiências na área educação e formação humana;
– Refletir sobre as condições educacionais da pessoa com deficiência.

O público-alvo foi adultos com deficiência; professores e profissionais da educação básica e graduandos da UFSCar.

A equipe envolvida na execução desse projeto é composta por servidores docentes e técnicos-administrativos e por alunos de graduação e pós-graduação do campus Sorocaba, que também são assessores da Comissão Assessora de Acessibilidade, ligada à Coordenadoria de Inclusão e Direitos Humanos, da SAADE. A seguir, os assessores:

  • Ana Paula Gonçalves – Departamento de Ensino de Graduação de Sorocaba – Seção de Apoio Acadêmico (SeAA-So)
  • André Pereira da Silva – Biblioteca Campus Sorocaba (B-So)
  • Claudia Regina Vieira – Departamento de Ciências Humanas e Educação (DCHE)
  • Cleyton Fernandes Ferrarini – Departamento de Engenharia de Produção de Sorocaba (DEP-So)
  • Izabella Mendes Sant’Ana Santos – Departamento de Ciências Humanas e Educação (DCHE)
  • João Henrique Silva – Doutorando Programa de Pós-Graduação em Educação Especial
  • Katia Regina Moreno Caiado – Departamento de Ciências Humanas e Educação (DCHE)
  • Maria Aparecida de Lourdes Mariano – Biblioteca Campus Sorocaba (B-So)
  • Mércia Mathias Santana – Graduanda do Curso de Pedagogia
  • Miguel Angel Aires Borrás – Departamento de Engenharia de Produção de Sorocaba (DEP-So)
  • Milena Polsinelli Rubi – Biblioteca Campus Sorocaba (B-So)
  • Rosani Loures Vicentino –Departamento de Assuntos Comunitários e Estudantis de Sorocaba – Seção de Assistência Social, Saúde e Esportes (SeASSE-So)
  • Suelen Cristiane Rodrigues – Prefeitura Universitária de Sorocaba – Divisão de Desenvolvimento Físico e Obras (DiDFO-So)
  • Teresa Cristina Leança Soares Alves – Departamento de Ciências Humanas e Educação (DCHE)
  • Vinícius Rodrigues Costa – Graduando do Curso de Ciências Biológicas (Licenciatura)

O curso foi divido em onze módulos, em que cada assessor se responsabilizou pelo conteúdo daquele dia.

Os conteúdos abordaram temas como: cinema e deficiência; movimentos sociais; trajetórias de vida; acessibilidade no campus, os coletivos e o cursinho do campus e visita aos laboratórios de Engenharia de Produção, Pedagogia e Geografia e à Biblioteca.

No total, foram inscritas 25 pessoas, sendo:

– 11 adultos com deficiência;

– 9 professores e profissionais da educação básica;

– 5 graduandos do curso de Engenharia de Produção e Pedagogia da UFSCar.

Ao final dos encontros, no dia 08/12, foram realizadas as seguintes atividades:

– jantar no Restaurante Universitária (local que também foi alvo de avaliação pelos participantes do curso);

– plantio de árvore Manacá da Serra simbolizando o término dessa atividade;

– apresentação da Orquestra Experimental do Campus Sorocaba;

– avaliação do curso pelos participantes que foi devidamente registrada.

Nessa avaliação, os pontos positivos foram:

– a possibilidade de participação da comunidade na universidade;

– a convivência e a aprendizagem com a diversidade;

– o esforço da comunidade universitária no atendimento às diferentes necessidades, de acordo com a deficiência;

– a visita aos laboratórios de Geografia e de Engenharia de Produção e à Biblioteca;

– a rota/os caminhos da universidade pela percepção do deficiente;

– novas edições e novos cursos.

Os pontos negativos:

– duração do curso (sugeriram o aumento da carga horária/ dias de encontro);

– o despreparo da universidade na recepção e permanência de pessoas com deficiência.

Cabe ressaltar que o plantio da árvore representa a valorização da vida e o reconhecimento dos direitos da pessoa com deficiência, dentre eles, o direito à educação. Simboliza a inauguração de uma nova etapa de crescimento tanto dos cursistas como das pessoas envolvidas no projeto.

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Politica de Ações Afirmativas Diversidade e Equidade da UFSCar é aprovada no ConsUni

O dia 21 de Outubro de 2016 se torna mais um dia histórico para a Universidade Federal de São Carlos. Com a presença massiva de estudantes, representantes discentes, coletivos negros e indígenas, a  Política foi aprovada por aclamação do Conselho Universitário. Com esta decisão, a Universidade reafirma seu compromisso de valorizar a diversidade e de promover a equidade, por meio de ações e atitudes que possibilitem a construção de uma sociedade cada vez mais justa e equitativa.

A Política define princípios e diretrizes voltados ao ensino, pesquisa, extensão e administração, envolvendo todas as pessoas com vínculo com a universidade: estudantes de graduação, pós-graduação, extensão; técnico-administrativos; pessoal terceirizado; docentes e demais pessoas que acessam os diversos serviços disponibilizados pela UFSCar. Aponta também ações na relação com setores à ela externos e sociedade em geral.

Esta Política traça panoramas históricos, conceituais e políticos, bem como apresenta diretrizes no âmbito das Relações Étnico-raciais; da Inclusão e Acessibilidade; e Gênero e Diversidade Sexual.

Trata-se de uma política construída por diversas mãos, resultado de um processo dialógico e participativo ocorrido no ano de 2016 que envolveu a comunidade universitária dos 4 campi da UFSCar. Materializando mais uma etapa para o posicionamento responsável da Universidade para a Inclusão e em seu papel fundamental na transformação da sociedade brasileira. Agora a comunidade tem o desafio de construir as ações que efetivarão essa Política na universidade.

Acesse aqui o documento na íntegra: Politica_acoes_afirmativas_diversidade_equidade_da_ufscar

Política de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar
Capa da Política de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar

UFSCar recebe 7ª Edição do Congresso Brasileiro de Educação Especial

Entre os dias 1° e 4 de novembro, acontece na UFSCar a 7ª edição do Congresso Brasileiro de Educação Especial (CBEE). O evento, marcado pela temática da Educação Especial, pretende estimular a produção científica, divulgar o conhecimento produzido na área, promover o intercâmbio entre pesquisadores, profissionais, pessoas com deficiência ou transtorno global do desenvolvimento ou altas habilidades/superdotação e seus familiares. Além disso, o Congresso, que é realizado pela Associação Brasileira de Educação Especial(ABPEE) em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Educação Especial (PPGEEs) da UFSCar, atende à demanda por novas práticas que surgem da política educacional de inclusão escolar adotada no País e acontece junto ao X Encontro Nacional de Pesquisadores da Educação Especial (ENPEE). Ao longo dos dias, o encontro internacional promove mesas, simpósios, minicursos, atividades culturais, rodas de conversas e lançamentos de livros. As inscrições podem ser feitas pelo site do evento.

Mais informações, como programação completa, horários, locais e prazos também podem ser encontradas em http://2016.cbee-ufscar.com.br. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail VIICBEE.secretaria@gmail.com.

Servidor público responsável por pessoa com deficiência poderá ter garantido em lei o direito a jornada de trabalho reduzida

Está para ser sancionado pelo presidente da República o Projeto de  Lei que garante que o servidor público federal que tenha cônjuge, filho ou dependente com deficiência poderá ter garantido em lei o direito a jornada de trabalho reduzida. A legislação vigente assegura horário especial, sem a necessidade de compensação, apenas para o servidor com deficiência, que com o projeto passa a se estender aos servidor público federal que é responsável pela pessoa com deficiência.

Assim, com a mudança da lei será permitido ao servidor ter um horário especial, em função das demandas da pessoa com deficiência sob sua responsabilidade, sem a necessidade de compensação em horário livre do servidor. Fernando Cotta, presidente do Movimento Orgulho Autista Brasil, destaca a importância do projeto, pois com a escassez de locais de atendimento especializados para crianças com deficiência, os pais acabam tendo grandes obstáculos para garantir um bom acompanhamento dos filhos e a o avanço no desenvolvimento da criança.

O projeto, de autoria do senador Romário (PSB-RJ), ainda recebeu emenda aprovada do senador Paulo Paim (PT-RS), que estendeu o direito aos servidores federais responsáveis por pessoas com qualquer tipo de deficiência e adequou o texto aos termos da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

Política de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar estará na pauta da Reunião do ConsUni

O processo de construção da  Política de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar se deu durante o ano de 2016 por meio de uma metodologia dialógica e participativa.

Este processo, que pode ser acompanhado na apresentação abaixo, originou a versão preliminar da Política de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar que será apreciada na 223a. Reunião Ordinária do ConsUni que acontecerá no dia 21 de outubro de 2016, às 9h, no Auditório da Reitoria, campus São Carlos, com vidoconferência para os demais campi.

Esta versão preliminar da Política pode ser encontrada no site da Secretaria dos Órgãos Colegiados da UFSCar no seguinte link: Versão preliminar da Política de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar que será apreciada no ConsUni

 

PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DA POLÍTICA DE AÇÕES AFIRMATIVAS, DIVERSIDADE E EQUIDADE DA UFSCar

 

Cultura brasileira, inclusão e literatura de cordel no Micsul

Fonte: Assessoria de Comunicação do Ministério da Cultura ( http://www.cultura.gov.br/banner-3/-/asset_publisher/axCZZwQo8xW6/content/cultura-brasileira-inclusao-e-literatura-de-cordel-no-micsul/10883?redirect=http%3A%2F%2Fwww.cultura.gov.br%2Fbanner-3%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_axCZZwQo8xW6%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-3%26p_p_col_count%3D4)

Literatura de cordel, livros inclusivos, títulos infantis e obras que abordam o universo da cultura brasileira. Esses são alguns dos produtos que empreendedores do mercado editorial brasileiro apresentarão durante a 2º edição do Mercado de Indústrias Culturais do Sul (Micsul), que será realizado em Bogotá, na Colômbia, de 17 a 20 de outubro. O evento, criado por ministérios da Cultura de 10 países sul-americanos, entre eles o Brasil, promove intercâmbio de conhecimento, produtos e serviços culturais.

Dos 60 empreendedores selecionados pelo Ministério da Cultura (MinC) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil), via edital, para participar do Micsul, 10 são da área editorial. Para eles, participar do evento na Colômbia representa oportunidade de mostrar o trabalho realizado, divulgar a cultura brasileira e promover negócios com os demais países da região.

Wanda Maria Mendonça Gomes, designer e sócia-diretora da editora WG, levará, por exemplo, os títulos infantis inclusivos Adélia cozinheira, Adélia sonhadora e Adélia esquecida. A coleção destina-se ao público de 3 a 10 anos, com deficiência visual ou não.

“É uma coleção que fala sobre a independência e a autonomia da criança”, conta Wanda. “Usamos tecnologia de impressão braile diferente da impressão convencional. O braile pode ser impresso nos dois lados do papel, sem prejuízo para a qualidade”, explica.

Na coleção Adélia, todas as ilustrações são trabalhadas em relevos, texturas e tecnologias de efeito tátil diferenciadas e de alto resultado lúdico para todas as crianças, independentemente de questões ou necessidades específicas relacionadas à percepção visual. Algumas ilustrações recebem também aplicação de aromas.

Literatura de cordel

Outro segmento que estará presente no Micsul é a literatura de cordel. Telma Queiroz de Freitas, produtora cultural e coordenadora do Cordel na Pauliceia e Repentistas Amigos de SP, conta que levará à Bogotá cerca de 50 títulos. “Temos aqui um coletivo de 15 cordelistas que residem em São Paulo e produzem muita coisa. É uma literatura que não é muito conhecida fora. São artistas contemporâneos que fogem um pouco do cordel tradicional e folclórico. Há ilustrações diferenciadas e em formatos diferentes. Não são só folhetos, mas livros também”, explica.

A designer e editora Valeria Pergetino Procópio, da Solisluna Design Editora, selecionou, além de títulos universais, outros ligados à cultura brasileira e afro-brasileira. “Temos uma coleção de livros de arte, de capa dura, que trata do desenhista, pintor e escultor Caribé, do compositor Dorival Caymmi e do escritor Jorge Amado”, conta. “Também vamos levar um livro sobre capoeira, além de uma coleção sobre orixás, que trata das lendas africanas”, completa.

Micsul

Criado com o intuito de promover intercâmbio de conhecimento, produtos e serviços culturais e criativos, o Micsul é uma iniciativa dos ministérios da Cultura de Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Paraguai, Uruguai e Venezuela. Durante o evento, são realizados negócios entre empreendedores, empresas ligadas à área cultural, produtores e artistas.

Atualmente, o Micsul é o principal encontro regional voltado a mercados culturais e criativos da região, destinado a micro e pequenos empreendedores. O mercado incentiva o consumo e a circulação de bens culturais na América do Sul, além de impulsionar venda e comercialização de bens e serviços. A expectativa é que, este ano, o evento reúna mais de 3000 pessoas de 10 países da América do Sul, além de compradores da América do Norte, Europa, Ásia e África.

O Micsul conta com espaços para rodadas de negócios, cafés setoriais, desfiles de moda, showcases de música e artes cênicas e estandes institucionais, além de construção de redes de contatos por meio de fóruns de discussão