SAADE disponibiliza vídeos de eventos sobre gênero realizados no final de março

A Secretaria de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar (Saade) realizou no final de março dois eventos voltados ao debate de questões de gênero, cujas gravações em vídeo estão agora disponíveis no YouTube. No dia 28, aconteceu o seminário “Feminismos e Novas Masculinidades em debate: diálogos para a prevenção das violências de gênero”, organizado em uma parceria com a coordenação do curso de graduação em Ciências Sociais e com os departamentos de Sociologia e de Ciências Sociais. No dia 30, o evento foi a roda de conversa “Mulheres em roda: diálogos sobre a diversidade do conceito de ser mulher na sociedade brasileira”.

Professora da USP adapta aula de anatomia para aluna sem visão

Fonte: http://jornal.usp.br/universidade/professora-da-usp-adapta-aula-de-anatomia-para-aluna-sem-visao/

Com material comprado na 25 de Março, estudante de Terapia Ocupacional pôde entender o sistema nervoso humano

Por – Editorias: Universidade

reg. 047-17 ICB III. Luciane Valéria Sita. Com materiais comprados na 25 de março e ajuda de alguns alunos e funcionários, a professora criou e adaptou peças que permitiram o aprendizado e envolvimento de uma aluna com deficiência visual nas aulas de Neuroanatomia Humana
Com materiais comprados na Rua 25 de Março e ajuda de alguns alunos e funcionários, a professora criou peças para as aulas de Neuroanatomia Humana – Foto: Marcos Santos/USP Imagens

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Imagine uma aula sobre a estrutura do sistema nervoso. Medula espinhal, tronco encefálico e cerebelo são algumas das partes que compõem esse sistema complexo, responsável por coordenar boa parte das atividades que acontecem no nosso corpo. Você tem acesso a slides, livros recheados de imagens, além de ter à disposição no laboratório peças reais para entender como são essas estruturas.

Uma aluna da USP teria mesmo que imaginar tudo isso, não fosse a iniciativa de uma professora e a ajuda de alguns funcionários e colegas de curso. Vitória Maria Souza Costa perdeu a visão antes de completar dois anos de idade, devido a um tumor maligno na retina e, hoje, com 18 anos, cursa Terapia Ocupacional na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). Consultando quem já havia participado da disciplina de Neuroanatomia Humana, ficou preocupada: diziam que era difícil e que dependia muito da observação e diferenciação das estruturas a partir de suas cores e aspecto.

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Imagens de livro de anatomia foram impressas e montadas em placas que receberam cola quente e tecidos de diversas texturas – Marcos Santos/USP Imagens

Mas já no primeiro dia de aula, no semestre passado, encontrou uma professora disposta a fazer seu aprendizado ser tão eficaz quanto o dos outros alunos. “Ela ampliou as lâminas que os alunos olham, colocou numa placa e fez relevo nos contornos, com cola quente e tecido. Pude perceber, por exemplo, a diferença entre as vértebras, a cervical, lombar, enfim, todas elas. E ela foi adaptando outros materiais ao longo da disciplina”, conta Vitória. No semestre anterior, ela já havia cursado Anatomia Humana e encontrado algumas dificuldades. Embora com bom desempenho, não pôde fazer a prova prática, apenas a teórica, mas isso não se repetiu no semestre seguinte.

“Tudo da 25 de Março”

A professora Luciane Valéria Sita, do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, conta já ter dado aulas para um aluno com deficiência visual alguns anos atrás. “Foram necessárias poucas adaptações, pois era uma deficiência parcial, mas isso já me despertou para uma necessidade futura, já que alunos com outras necessidades também poderiam cursar a disciplina”, relata.

Luciane Valéria Sita, com materiais comprados na 25 de março e ajuda de alguns alunos e funcionários, a professora criou e adaptou peças que permitiram o aprendizado e envolvimento de uma aluna com deficiência visual nas aulas de Neuroanatomia Humana - Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Luciane Valéria Sita criou e adaptou peças que permitiram o aprendizado e envolvimento de uma aluna com deficiência visual – Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Quando Vitória apareceu, o primeiro passo foi procurar livros que pudessem ser utilizados por ela – em braile, por exemplo, ou com versão digital para uso por áudio. A pesquisa, entretanto, não teve resultado: o livro-texto usado na disciplina, considerado o melhor na área pela professora, não existia em formato acessível (assim como muitos outros buscados). Com apoio da supervisora técnica da biblioteca do ICB, Valéria Maria Loro Pedullo, elas descobriram que havia uma sala de acessibilidade na Faculdade de Educação (FE) da USP. Lá, existe um equipamento que consegue capturar as páginas dos livros, reconhecendo seu conteúdo, e “ler” o texto para a pessoa cega. Vitória, então, passou a frequentar o local.

Foto: Arquivo Pessoal
Vitória Maria Souza Costa teria que imaginar – Foto: Arquivo Pessoal

Superada essa etapa, era preciso repensar as aulas práticas. A professora Luciane, então, selecionou algumas imagens dos famosos “atlas” de anatomia e o aluno de pós-graduação Giovanne Baroni Diniz as redesenhou no computador. Com o apoio de Maria Lúcia de Campos Motta, da área de Comunicação Visual do ICB, essas imagens foram impressas e montadas em placas, que então receberam cola quente e tecidos de diversas texturas para tornar possível tatear os contornos e identificar as estruturas.

“Comprei todo esse material na 25 de Março e gastei menos de 50 reais”, conta a professora. Os colegas de turma também tiveram um papel importante. “Eles apoiaram, abraçaram a ideia e também aproveitaram muito, porque é um método muito mais interessante de aprender”, diz. E no laboratório também foram feitas adaptações: as amostras de cérebros, que ficam conservados no álcool e na glicerina, ganharam alfinetes de costura para indicar algumas de suas “dobras” e tiveram partes de sua estrutura encapadas por tecidos.

Obstáculos

Vitória conseguiu cursar com bom aproveitamento a disciplina de Neuroanatomia, e realizou a prova prática, além da prova teórica, assim como todos os alunos. Mas os desafios na USP ainda são muitos, seja em outras aulas ou no dia a dia dentro da Cidade Universitária. “Nas aulas, eu peço aos professores que leiam o conteúdo, caso estejam passando slides. No caso de textos, muitas vezes recebemos páginas escaneadas, então eu pergunto se há uma outra versão em texto, para que eu possa transformar em áudio”, relata.

Segundo a estudante, a maior parte dos docentes aceitam suas sugestões e estão dispostos a pensar em meios para que ela possa cursar a Universidade sem problemas. “E do mesmo modo como isso é novo para eles, é novo para mim. Muitos perguntam: ‘o que você precisa?’ É difícil responder porque as necessidades vão aparecendo no dia a dia.”

Candidatos negros podem concorrer a bolsas de estudo no valor de R$ 30 mil

Fonte: Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (http://www.seppir.gov.br/central-de-conteudos/noticias/2017/01-janeiro/candidatos-negros-podem-concorrer-a-bolsas-de-estudo-no-valor-de-r-30-mil-1)

Foi publicado, no Diário Oficial da União desta quarta-feira (04/01), o edital referente à Bolsa-Prêmio de Vocação para a Diplomacia, destinada a afro-brasileiros. No total, serão concedidas 20 bolsas de estudo a candidatos pretos e pardos a fim de que possam custear os estudos preparatórios para a carreira diplomática. Os interessados em receber o valor de R$ 30 mil terão de realizar provas objetivas, passar por entrevistas e apresentar um plano de estudos. Acesse o documento aqui.

As bolsas integram o Programa de Ação Afirmativa (PAA), criado pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE), por meio do Instituto Rio Branco (IRBr). O objetivo é ampliar as condições de ingresso de brasileiros negros na carreira de diplomata e, com isso, proporcionar a diversidade étnica do Serviço Exterior Brasileiro.

São parceiros desta iniciativa, a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), do Ministério da Justiça e Cidadania (MJC); o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI); e a Fundação Cultural Palmares, ligada ao Ministério da Cultura (MinC).

Igualdade racial

O ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, e a Secretária Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luislinda Valois, avaliam ser de extrema importância incentivar o ingresso de pessoas negras no Concurso de Admissão à Carreira Diplomática (CACD).

Luislinda Valois diz que sempre observou a falta de negros nos postos de carreira diplomática. Pouco tempo depois de assumir o cargo de Secretária da SEPPIR, em julho deste ano, propôs ao ministro aderir ao convênio com o CNPq e o Itamaraty. A resposta foi imediata. Meses depois a parceria foi confirmada. “Faremos uma ampla campanha de divulgação em todo o Brasil para que tenhamos o máximo de candidatos possíveis disputando essas 20 bolsas”, avisa a Secretária.

Lei 13.370/2016, que estende o direito a horário especial ao servidor público federal que tenha cônjuge, filho ou dependente com deficiência de qualquer natureza e que revoga a exigência de compensação de horário nesse tipo de caso.

Foi publicada no dia 13/12/16, no Diário Oficial da União, a Lei 13.370/2016, que estende o direito a horário especial ao servidor público federal que tenha cônjuge, filho ou dependente com deficiência de qualquer natureza e que revoga a exigência de compensação de horário nesse tipo de caso.

A lei foi sancionada pelo presidente Michel Temer ontem (12). Até então, apenas funcionários com deficiência tinham direito ao horário especial sem necessidade de compensação, de acordo com o Regime Jurídico dos Servidores Públicos da União.

Com a mudança, os funcionários públicos que têm cônjuges, filhos ou dependentes com algum tipo de deficiência terão direito a trabalhar em horário especial para o acompanhamento dos familiares em atividades relacionadas à saúde da pessoa com deficiência.

De autoria do senador Romário (PSB-RJ), o projeto de lei aprovado no Senado e na Câmara foi enviado a Temer para sanção no último dia 1º.

Fonte: http://www.progpe.ufscar.br/blog/?p=2723

CURSO DE EXTENSÃO: DIÁLOGOS NA UNIVERSIDADE SOBRE A FORMAÇÃO EDUCACIONAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

No período de 22 de setembro a 08 de dezembro de 2016, foi realizado na UFSCar,campus Sorocaba, o Curso “Diálogos na universidade sobre a formação educacional da pessoa com deficiência”, aprovado pela Pró-Reitoria de Extensão.

Coordenado pela Comissão de Assessora de Acessibilidade, campus Sorocaba, o curso teve como objetivos:

– Oferecer vivências entre as pessoas com deficiência e professores e alunos da universidade;
– Possibilitar a troca de experiências na área educação e formação humana;
– Refletir sobre as condições educacionais da pessoa com deficiência.

O público-alvo foi adultos com deficiência; professores e profissionais da educação básica e graduandos da UFSCar.

A equipe envolvida na execução desse projeto é composta por servidores docentes e técnicos-administrativos e por alunos de graduação e pós-graduação do campus Sorocaba, que também são assessores da Comissão Assessora de Acessibilidade, ligada à Coordenadoria de Inclusão e Direitos Humanos, da SAADE. A seguir, os assessores:

  • Ana Paula Gonçalves – Departamento de Ensino de Graduação de Sorocaba – Seção de Apoio Acadêmico (SeAA-So)
  • André Pereira da Silva – Biblioteca Campus Sorocaba (B-So)
  • Claudia Regina Vieira – Departamento de Ciências Humanas e Educação (DCHE)
  • Cleyton Fernandes Ferrarini – Departamento de Engenharia de Produção de Sorocaba (DEP-So)
  • Izabella Mendes Sant’Ana Santos – Departamento de Ciências Humanas e Educação (DCHE)
  • João Henrique Silva – Doutorando Programa de Pós-Graduação em Educação Especial
  • Katia Regina Moreno Caiado – Departamento de Ciências Humanas e Educação (DCHE)
  • Maria Aparecida de Lourdes Mariano – Biblioteca Campus Sorocaba (B-So)
  • Mércia Mathias Santana – Graduanda do Curso de Pedagogia
  • Miguel Angel Aires Borrás – Departamento de Engenharia de Produção de Sorocaba (DEP-So)
  • Milena Polsinelli Rubi – Biblioteca Campus Sorocaba (B-So)
  • Rosani Loures Vicentino –Departamento de Assuntos Comunitários e Estudantis de Sorocaba – Seção de Assistência Social, Saúde e Esportes (SeASSE-So)
  • Suelen Cristiane Rodrigues – Prefeitura Universitária de Sorocaba – Divisão de Desenvolvimento Físico e Obras (DiDFO-So)
  • Teresa Cristina Leança Soares Alves – Departamento de Ciências Humanas e Educação (DCHE)
  • Vinícius Rodrigues Costa – Graduando do Curso de Ciências Biológicas (Licenciatura)

O curso foi divido em onze módulos, em que cada assessor se responsabilizou pelo conteúdo daquele dia.

Os conteúdos abordaram temas como: cinema e deficiência; movimentos sociais; trajetórias de vida; acessibilidade no campus, os coletivos e o cursinho do campus e visita aos laboratórios de Engenharia de Produção, Pedagogia e Geografia e à Biblioteca.

No total, foram inscritas 25 pessoas, sendo:

– 11 adultos com deficiência;

– 9 professores e profissionais da educação básica;

– 5 graduandos do curso de Engenharia de Produção e Pedagogia da UFSCar.

Ao final dos encontros, no dia 08/12, foram realizadas as seguintes atividades:

– jantar no Restaurante Universitária (local que também foi alvo de avaliação pelos participantes do curso);

– plantio de árvore Manacá da Serra simbolizando o término dessa atividade;

– apresentação da Orquestra Experimental do Campus Sorocaba;

– avaliação do curso pelos participantes que foi devidamente registrada.

Nessa avaliação, os pontos positivos foram:

– a possibilidade de participação da comunidade na universidade;

– a convivência e a aprendizagem com a diversidade;

– o esforço da comunidade universitária no atendimento às diferentes necessidades, de acordo com a deficiência;

– a visita aos laboratórios de Geografia e de Engenharia de Produção e à Biblioteca;

– a rota/os caminhos da universidade pela percepção do deficiente;

– novas edições e novos cursos.

Os pontos negativos:

– duração do curso (sugeriram o aumento da carga horária/ dias de encontro);

– o despreparo da universidade na recepção e permanência de pessoas com deficiência.

Cabe ressaltar que o plantio da árvore representa a valorização da vida e o reconhecimento dos direitos da pessoa com deficiência, dentre eles, o direito à educação. Simboliza a inauguração de uma nova etapa de crescimento tanto dos cursistas como das pessoas envolvidas no projeto.

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“Ações Afirmativas no Brasil: experiências bem sucedidas de acesso na pós-graduação”

Foi publicado pela editora Cortez o livro “Ações Afirmativas no Brasil: experiências bem sucedidas de acesso na pós-graduação” de Amélia Artes, Sandra Unbehaum Valter Silvério. 

O livro traz as experiências realizadas entre 2011 e 2013, em Universidades brasileiras que implementaram o projeto “EQUIDADE NA POS
GRADUACAO PARA POPULACOES SUB REPRESENTADAS” que foi financiado pela Fundação Ford.
As políticas de ação afirmativa — presentes nos cursos de graduação há mais de 15 anos — têm adentrado os espaços da pós-graduação a partir de propostas e experiências de mudanças nos processos seletivos de ingresso em programas de pós-graduação em diversas universidades brasileiras. O livro reúne a reflexão de especialistas sobre essas mudanças e seus desafios ainda a serem enfrentados para que o espaço de construção das ciências e tecnologias de ponta sejam democraticamente ocupados pela diversidade étnica cultural que caracteriza a sociedade brasileira.
Os autores desejam que a leitura auxilie nas reflexões sobre a temática, na manutenção das conquistas já obtidas e no longo caminho ainda a ser construído para a consolidação de uma sociedade justa na distribuição e na produção de seus saberes em todos os espaços sociais, incluindo a pós-graduação.  Portanto,  é um trabalho importantíssimo para enriquecer o debate sobre adoção das ações afirmativas na pós-graduação que foi estabelecida pela PORTARIA NORMATIVA N 13, DE 11 DE MAIO DE 2016.

Roda de Conversa: Universidade Pública e Política de Cotas Étnico-Raciais: perspectivas históricas e desafios futuros

A Secretaria de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade (SAADE) convida todas as pessoas interessada em debater a temática das Políticas de Cotas Étnico-Raciais na Universidade Pública com a intenção de contextualizar este tema dentro de uma perspectiva histórica ampla que aponta o protagonismo da resistência dos movimentos negro e indígena.
As Cotas Étnico-Raciais fazem parte de Políticas de Ações Afirmativas que surgem como resposta e compromisso do Estado na tentativa de ilidir desigualdades socialmente construídas das quais resultam restrições no acesso a direitos fundamentais, tais como a educação.
Neste sentido, é de fundamental importância que a UFSCar, uma universidade pública, há muito tempo compromissada com políticas de equidade no Ensino Superior, enverede esforços para que a execução das Políticas de Ações Afirmativas consiga êxito em seus propósitos.
Pretendemos, nesta Roda de Conversa, compartilhar perspectivas e ouvir expectativas da comunidade universitária que permitam a UFSCar aprimorar cada vez mais sua Política de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade.

Para esta Roda de Conversa trazemos alguns eixos orientadores para o debate:
– Política de Cotas Étnico-Raciais e Universidade Pública
– Ações Afirmativas na UFSCar
– Fortalecimento e ampliação das Ações Afirmativas na UFSCar
– Combate e enfrentamento às fraudes no sistema de cotas étnico-raciais

Local: Teatro de Bolso | Campus São Carlos
Data: 08 / 12 / 2016 (quinta-feira)
Horário: 18h30 às 22h

Link do evento no facebook: https://www.facebook.com/events/595432977310463/

Inscrições abertas para o Processo Seletivo do Cursinho Pré-Vestibular da UFSCar 2017

Estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo para 2017 do Cursinho Pré-Vestibular da UFSCar. O cursinho foi criado, como parte de um Programa de Democratização do Acesso à UFSCar, pela administração central da UFSCar, juntamente com a inciativa de um grupo de estudantes da universidade, no ano de 1998. O projeto tem como público-alvo aquelas pessoas que apresentam maior dificuldade de acesso às universidades públicas, em função de condições socioeconômicas que impossibilitem o pagamento de um cursinho particular, tendo prioridade aquelas pessoas que apresentam maior potencial de serem alvo de discriminação social ou econômica.

CANDIDATOS COM DEFICIÊNCIA

Candidato que necessite de condições especiais para realização da prova, além de se inscrever pela internet, ou no Núcleo, deverá declarar a sua necessidade via e-mail, facebook ou telefone, descrevendo com precisão o tipo e o grau da deficiência, bem como as condições necessárias para a realização da prova. Havendo necessidade de provas em tamanho ampliado, a/o candidata/o deverá indicar o grau de ampliação. A ausência dessas informações implica aceitação pela/o candidata/o de realizar a prova em condições idênticas às dos demais candidatos.

As inscrições ocorrem do dia 01 de Novembro até o dia 10 de Janeiro de 2017. Para mais detalhes, Acesse Manual do Candidato ou entre no site https://cursinho.faiufscar.com/

Politica de Ações Afirmativas Diversidade e Equidade da UFSCar é aprovada no ConsUni

O dia 21 de Outubro de 2016 se torna mais um dia histórico para a Universidade Federal de São Carlos. Com a presença massiva de estudantes, representantes discentes, coletivos negros e indígenas, a  Política foi aprovada por aclamação do Conselho Universitário. Com esta decisão, a Universidade reafirma seu compromisso de valorizar a diversidade e de promover a equidade, por meio de ações e atitudes que possibilitem a construção de uma sociedade cada vez mais justa e equitativa.

A Política define princípios e diretrizes voltados ao ensino, pesquisa, extensão e administração, envolvendo todas as pessoas com vínculo com a universidade: estudantes de graduação, pós-graduação, extensão; técnico-administrativos; pessoal terceirizado; docentes e demais pessoas que acessam os diversos serviços disponibilizados pela UFSCar. Aponta também ações na relação com setores à ela externos e sociedade em geral.

Esta Política traça panoramas históricos, conceituais e políticos, bem como apresenta diretrizes no âmbito das Relações Étnico-raciais; da Inclusão e Acessibilidade; e Gênero e Diversidade Sexual.

Trata-se de uma política construída por diversas mãos, resultado de um processo dialógico e participativo ocorrido no ano de 2016 que envolveu a comunidade universitária dos 4 campi da UFSCar. Materializando mais uma etapa para o posicionamento responsável da Universidade para a Inclusão e em seu papel fundamental na transformação da sociedade brasileira. Agora a comunidade tem o desafio de construir as ações que efetivarão essa Política na universidade.

Acesse aqui o documento na íntegra: Politica_acoes_afirmativas_diversidade_equidade_da_ufscar

Política de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar
Capa da Política de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar

UFSCar recebe 7ª Edição do Congresso Brasileiro de Educação Especial

Entre os dias 1° e 4 de novembro, acontece na UFSCar a 7ª edição do Congresso Brasileiro de Educação Especial (CBEE). O evento, marcado pela temática da Educação Especial, pretende estimular a produção científica, divulgar o conhecimento produzido na área, promover o intercâmbio entre pesquisadores, profissionais, pessoas com deficiência ou transtorno global do desenvolvimento ou altas habilidades/superdotação e seus familiares. Além disso, o Congresso, que é realizado pela Associação Brasileira de Educação Especial(ABPEE) em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Educação Especial (PPGEEs) da UFSCar, atende à demanda por novas práticas que surgem da política educacional de inclusão escolar adotada no País e acontece junto ao X Encontro Nacional de Pesquisadores da Educação Especial (ENPEE). Ao longo dos dias, o encontro internacional promove mesas, simpósios, minicursos, atividades culturais, rodas de conversas e lançamentos de livros. As inscrições podem ser feitas pelo site do evento.

Mais informações, como programação completa, horários, locais e prazos também podem ser encontradas em http://2016.cbee-ufscar.com.br. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail VIICBEE.secretaria@gmail.com.