Mesa-redonda – Violência contra a mulher e violência obstétrica

Fonte: http://www2.ufscar.br/evento?codigo=1820

O objetivo é divulgar os diversos tipos de violência que a mulher enfrenta no decorrer da vida e as formas de prevenção e apoio às vítimas. Participam do evento Maria Alice de Macedo, defensora pública do Estado de São Paulo; Janaina Basilio, advogada e presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-São Carlos); Daniela Mara Gouvêa Bellini, mestranda em Educação na UFSCar e promotora legal popular; e Ana Maria Zebeu, especialista em sexualidade humana e psicóloga do Programa de Atendimento a Vítimas de Abuso Sexual (Pavas). A atividade será conduzida pela professora Márcia Fabbro, do DEnf. A atividade é aberta a todos os interessados e as inscrições podem ser feitas no dia do evento.
Local: Auditório do Departamento de Enfermagem, área Norte do Campus São Carlos
Dia: 23/05/2017
Horário: 14:00
Realização: Disciplinas
Mais informações: e-mail mfabbro@gmail.com

Seminário de Ensino de Graduação debaterá a diversidade na UFSCar

Fonte: https://portal.ufscar.br/servicos/noticias.php?idNot=9665

Evento acontece nos dias 23 e 24 de maio, para todos os campi

Nos dias 23 e 24 de maio, a Pró-Reitoria de Graduação (ProGrad) da UFSCar realiza o VII Seminário de Ensino de Graduação. Neste ano, o tema do evento é “Desafios da Ação Docente no Ensino Superior: A Diversidade na UFSCar”, e as atividades são dirigidas a docentes, técnico-administrativos e estudantes de pós-graduação. As vagas são limitadas e as inscrições devem ser realizadas no site do evento. Serão emitidos certificados de participação.

A abertura do Seminário acontece às 9 horas da terça-feira, dia 23, com apresentação do Pró-Reitor de Graduação da UFSCar, Ademir Donizeti Caldeira, seguida da mesa-redonda “Ética, Diversidade e Relações de Poder”. Ambos os eventos acontecem no Anfiteatro Bento Prado Jr., área Norte do Campus São Carlos, com transmissão por webconferência para os demais campi. Além disso, a programação terá rodas de conversa em São Carlos, Araras e Sorocaba, com os seguintes temas: “Acesso, Permanência e Evasão”; “Diversidade étnico-racial na universidade”; “A saúde mental dos estudantes da UFSCar: implicações à prática docente”; e “Relações de Gênero e Sexualidade na UFSCar”.

Os seminários de ensino de graduação da UFSCar integram o Programa de Formação Continuada de Docentes da Universidade e, para esta edição, a comissão organizadora composta julgou pertinente, atual e necessária a proposta de oferecer ao corpo docente da Instituição a oportunidade de discussões e reflexões sobre a diversidade social, cultural, étnico-racial, de gênero e sexualidade, sobre a saúde mental de estudantes e, também, sobre princípios éticos na educação. O debate proposto considera diretrizes do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e da Política de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar e visa promover o diálogo a respeito dos desafios que se apresentam a docentes da Educação Superior e, assim, a construção de mecanismos e processos que permitam uma educação pautada na valorização, reconhecimento e respeito às diversidades.

A comissão organizadora do Seminário é composta pelo Serviço de Formação Continuada de Docentes da Divisão de Desenvolvimento Pedagógico da ProGrad, juntamente com os departamentos de Ensino de Graduação de Araras, Sorocaba e Lagoa do Sino. Também participam representantes docentes dos quatro campi. Mais informações em www.seminariodegraduacao.ufscar.br e na página do evento no Facebook. O contato também pode ser feito pelo telefone (16) 3306-6501 ou pelo e-mail didped@ufscar.br.

Sistema de cotas é regulamentado para estudantes com deficiência

(Fonte: http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=47811)
[Para ouvir a notícia clique AQUI]

Pessoas com deficiência que almejam ingressar nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio poderão, a partir de agora, concorrer a vagas pelo sistema de cotas. A novidade foi confirmada com o Decreto nº 9.034, publicado nesta segunda-feira, 24, pelo Diário Oficial da União. A legislação que rege os cotistas já garantia cotas a estudantes oriundos de escolas públicas, de baixa renda, negros, pardos e indígenas.

O coordenador-geral de programas de educação superior do MEC, Fernando Bueno, explica que o adendo foi necessário para se adequar à nova legislação vigente. “Em dezembro de 2016, foi publicada a Lei nº 13.409, que alterou a lei de cotas”, lembra. “Como o Decreto nº 7.824 não contemplava esse público [pessoas com deficiência], foi preciso propor uma mudança. O decreto estava desatualizado em relação à nova redação da lei.”

Cotas – De acordo a legislação que instituiu o sistema de cotas no Brasil, as instituições federais de educação superior no Brasil devem reservar o mínimo de 50% das vagas em cursos de graduação a estudantes que tenham frequentando, integralmente, o ensino médio na rede pública. Dentro dessa cota, as vagas devem atender percentuais específicos para critérios sociais (renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita), raciais e étnicos. A quantidade de vagas será definida de acordo com o número de pessoas com deficiência na unidade da Federação na qual o estudante será matriculado, considerado o proporcional em relação à população do estado ou do Distrito Federal em que estiver localizada a instituição de ensino, segundo o último Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O decreto que atualiza a lei de cotas pode ser visto na página do Diário Oficial da União.

 

Inscrições Abertas: Curso de Formação Pré-Acadêmica. Afirmação na Pós 2017

( Fonte: http://www.educacao.ufpr.br/portal/interagir/ )

INFORMAÇÕES GERAIS

O Curso de Formação Pré-Acadêmica: Afirmação na Pós UFPR , financiado pelo Ministério da Educação, é uma iniciativa promovida pela UFPR através de sua Coordenação de Políticas Inovadoras de Graduação (CEPIGRAD), do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB) e Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Especiais (NAPNE). O curso será realizado entre maio e setembro de 2017. As aulas serão ministradas nas modalidades: Educação à distância (EaD) e presencial, que ocorrerão nas dependências da UFPR-Campus Curitiba, em horários e dias a serem definidos.

OBJETIVO GERAL

Preparar candidatos e candidatas para participação em processos seletivos para programas de pós-graduação stricto sensu, em nível de mestrado e doutorado.

SAADE disponibiliza vídeos de eventos sobre gênero realizados no final de março

A Secretaria de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar (Saade) realizou no final de março dois eventos voltados ao debate de questões de gênero, cujas gravações em vídeo estão agora disponíveis no YouTube. No dia 28, aconteceu o seminário “Feminismos e Novas Masculinidades em debate: diálogos para a prevenção das violências de gênero”, organizado em uma parceria com a coordenação do curso de graduação em Ciências Sociais e com os departamentos de Sociologia e de Ciências Sociais. No dia 30, o evento foi a roda de conversa “Mulheres em roda: diálogos sobre a diversidade do conceito de ser mulher na sociedade brasileira”.

Professora da USP adapta aula de anatomia para aluna sem visão

Fonte: http://jornal.usp.br/universidade/professora-da-usp-adapta-aula-de-anatomia-para-aluna-sem-visao/

Com material comprado na 25 de Março, estudante de Terapia Ocupacional pôde entender o sistema nervoso humano

Por – Editorias: Universidade

reg. 047-17 ICB III. Luciane Valéria Sita. Com materiais comprados na 25 de março e ajuda de alguns alunos e funcionários, a professora criou e adaptou peças que permitiram o aprendizado e envolvimento de uma aluna com deficiência visual nas aulas de Neuroanatomia Humana
Com materiais comprados na Rua 25 de Março e ajuda de alguns alunos e funcionários, a professora criou peças para as aulas de Neuroanatomia Humana – Foto: Marcos Santos/USP Imagens

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Imagine uma aula sobre a estrutura do sistema nervoso. Medula espinhal, tronco encefálico e cerebelo são algumas das partes que compõem esse sistema complexo, responsável por coordenar boa parte das atividades que acontecem no nosso corpo. Você tem acesso a slides, livros recheados de imagens, além de ter à disposição no laboratório peças reais para entender como são essas estruturas.

Uma aluna da USP teria mesmo que imaginar tudo isso, não fosse a iniciativa de uma professora e a ajuda de alguns funcionários e colegas de curso. Vitória Maria Souza Costa perdeu a visão antes de completar dois anos de idade, devido a um tumor maligno na retina e, hoje, com 18 anos, cursa Terapia Ocupacional na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). Consultando quem já havia participado da disciplina de Neuroanatomia Humana, ficou preocupada: diziam que era difícil e que dependia muito da observação e diferenciação das estruturas a partir de suas cores e aspecto.

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Imagens de livro de anatomia foram impressas e montadas em placas que receberam cola quente e tecidos de diversas texturas – Marcos Santos/USP Imagens

Mas já no primeiro dia de aula, no semestre passado, encontrou uma professora disposta a fazer seu aprendizado ser tão eficaz quanto o dos outros alunos. “Ela ampliou as lâminas que os alunos olham, colocou numa placa e fez relevo nos contornos, com cola quente e tecido. Pude perceber, por exemplo, a diferença entre as vértebras, a cervical, lombar, enfim, todas elas. E ela foi adaptando outros materiais ao longo da disciplina”, conta Vitória. No semestre anterior, ela já havia cursado Anatomia Humana e encontrado algumas dificuldades. Embora com bom desempenho, não pôde fazer a prova prática, apenas a teórica, mas isso não se repetiu no semestre seguinte.

“Tudo da 25 de Março”

A professora Luciane Valéria Sita, do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, conta já ter dado aulas para um aluno com deficiência visual alguns anos atrás. “Foram necessárias poucas adaptações, pois era uma deficiência parcial, mas isso já me despertou para uma necessidade futura, já que alunos com outras necessidades também poderiam cursar a disciplina”, relata.

Luciane Valéria Sita, com materiais comprados na 25 de março e ajuda de alguns alunos e funcionários, a professora criou e adaptou peças que permitiram o aprendizado e envolvimento de uma aluna com deficiência visual nas aulas de Neuroanatomia Humana - Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Luciane Valéria Sita criou e adaptou peças que permitiram o aprendizado e envolvimento de uma aluna com deficiência visual – Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Quando Vitória apareceu, o primeiro passo foi procurar livros que pudessem ser utilizados por ela – em braile, por exemplo, ou com versão digital para uso por áudio. A pesquisa, entretanto, não teve resultado: o livro-texto usado na disciplina, considerado o melhor na área pela professora, não existia em formato acessível (assim como muitos outros buscados). Com apoio da supervisora técnica da biblioteca do ICB, Valéria Maria Loro Pedullo, elas descobriram que havia uma sala de acessibilidade na Faculdade de Educação (FE) da USP. Lá, existe um equipamento que consegue capturar as páginas dos livros, reconhecendo seu conteúdo, e “ler” o texto para a pessoa cega. Vitória, então, passou a frequentar o local.

Foto: Arquivo Pessoal
Vitória Maria Souza Costa teria que imaginar – Foto: Arquivo Pessoal

Superada essa etapa, era preciso repensar as aulas práticas. A professora Luciane, então, selecionou algumas imagens dos famosos “atlas” de anatomia e o aluno de pós-graduação Giovanne Baroni Diniz as redesenhou no computador. Com o apoio de Maria Lúcia de Campos Motta, da área de Comunicação Visual do ICB, essas imagens foram impressas e montadas em placas, que então receberam cola quente e tecidos de diversas texturas para tornar possível tatear os contornos e identificar as estruturas.

“Comprei todo esse material na 25 de Março e gastei menos de 50 reais”, conta a professora. Os colegas de turma também tiveram um papel importante. “Eles apoiaram, abraçaram a ideia e também aproveitaram muito, porque é um método muito mais interessante de aprender”, diz. E no laboratório também foram feitas adaptações: as amostras de cérebros, que ficam conservados no álcool e na glicerina, ganharam alfinetes de costura para indicar algumas de suas “dobras” e tiveram partes de sua estrutura encapadas por tecidos.

Obstáculos

Vitória conseguiu cursar com bom aproveitamento a disciplina de Neuroanatomia, e realizou a prova prática, além da prova teórica, assim como todos os alunos. Mas os desafios na USP ainda são muitos, seja em outras aulas ou no dia a dia dentro da Cidade Universitária. “Nas aulas, eu peço aos professores que leiam o conteúdo, caso estejam passando slides. No caso de textos, muitas vezes recebemos páginas escaneadas, então eu pergunto se há uma outra versão em texto, para que eu possa transformar em áudio”, relata.

Segundo a estudante, a maior parte dos docentes aceitam suas sugestões e estão dispostos a pensar em meios para que ela possa cursar a Universidade sem problemas. “E do mesmo modo como isso é novo para eles, é novo para mim. Muitos perguntam: ‘o que você precisa?’ É difícil responder porque as necessidades vão aparecendo no dia a dia.”

Dia Internacional contra a Discriminação Racial é tema de debate na Rádio UFSCar

Fonte: http://www.radio.ufscar.br/noticias-ufscar/radioufscarconvida-21-03-2017/

Hoje (21), ao meio-dia, o Rádio UFSCar Ao Vivo foi palco de um bate-papo por conta do Dia Internacional contra a Discriminação Racial (21 de março), Promovido pela Secretaria de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade (Saade) da UFSCar, pela Coordenadoria de Comunicação Social (CCS) da Universidade e pela Rádio UFSCar 95,3FM.

A jornalista Mariana Pezzo (CCS) entrevistou as professoras Tatiane Consentino Rodrigues e Ana Cristina Juvenal da Cruz; o estudante Iberê Araújo da Conceição; o secretário de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da UFSCar, Djalma Ribeiro; e a pós-graduanda Fernanda Luiz.

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Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (CLACSO) ofertará 100 vagas com 100% de desconto em cursos para mulheres de toda América Latina e Caribenha

O Clacso – Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales lançou a bolsa Marisa Letícia Lula da Silva, que ofertará 100 vagas com 100% de desconto em qualquer um dos quatro cursos de especialização que estão sendo oferecidos para mulheres de todas nacionalidades da América Latina e Caribenha. Os cursos são em Políticas Públicas e Justiça de Gênero; Políticas Públicas para a Igualdade na América Latina; Epistemologias do Sul; e Direitos Humanos e Estudos Críticos do Direito.
Mais informações em: http://www.clacso.org.ar/difusion/Becas_Marisa_Leticia_Lula_da_Silva/beca.htm

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VI Colóquio Internacional sobre Homens e Masculinidades

(Fonte: http://www.masculinidades.org)

Estão abertas as inscrições para o VI Colóquio Internacional sobre Homens e Masculinidades que acontecerá em Recife, entre 2 e 5 de abril de 2017.

O VI Colóquio Internacional terá como tema “Masculinidades frente às dinâmicas de poder/resistência contemporâneas: pressupostos éticos, ideológicos e políticos das diversas vozes, práticas e intervenções no trabalho com homens e masculinidades”.

Com este tema, pretendemos promover o intercâmbio de experiências, estudos e pesquisas sobre masculinidades, dialogando sobre princípios e sobre efeitos éticos, estéticos e políticos da produção de práticas e de conhecimentos neste campo.

O objetivo desse evento é promover a visibilidade e troca de conhecimentos e práticas no campo das políticas públicas, ativismo político e produção acadêmica voltadas aos homens e/ou sobre masculinidades. Pretende-se, com isso, ampliar as discussões sobre homens e masculinidades, a partir do enfoque de gênero e/ou feminista, possibilitando a construção de conhecimentos e a proposição/revisão de políticas públicas mais equitativas.

Para mais informações acesse: http://www.masculinidades.org
Organização: Gema/PPGPsi-UFPE; Instituto PAPAI; Instituto Promundo; IFF/Fiocruz-RJ; Rede MenRengage

Convocada a CONAPIR 2017

(Fonte: http://www.seppir.gov.br/central-de-conteudos/noticias/2016/12-dezembro/convocada-a-conapir-2017-2)

Foi publicado, no Diário Oficial da União desta quarta-feira (30/11), decreto que convoca a “IV Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial – CONAPIR”, a ser realizada de 5 a 7 de novembro de 2017, em Brasília. A partir do tema “O Brasil na Década dos Afrodescendentes: reconhecimento, justiça e desenvolvimento”, governo e sociedade discutirão soluções para o enfrentamento ao racismo.

A CONAPIR será precedida das seguintes atividades: conferências livres, a serem realizadas até 3 de abril; conferências municipais e intermunicipais, que deverão ocorrer até 6 de junho; e conferências estaduais e distrital, até 30 de agosto. Conforme o decreto, compete aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios convocar as suas etapas que antecipam o evento nacional.

Realizada pela Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), do Ministério da Justiça e Cidadania (MJC), e pelo Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial (CNPIR), a Conferência segue as determinações previstas no Estatuto da Igualdade Racial.

Década Afro

Declarada pela ONU, a Década Internacional de Afrodescendentes será celebrada de 1º de janeiro de 2015 a 31 de dezembro de 2024, com a participação dos 196 países-membros da Organização.

No Brasil, as atividades referentes ao período serão desenvolvidas sob a coordenação da SEPPIR, em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE). Para outras informações, visite o site decada-afro-onu.org .